Empresa farmacêutica brasileira assinou acordo com a agência de desenvolvimento industrial do país para prospectar o mercado e decidir possível modelo de negócios.
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O presidente da Abraciclo, associação da indústria, Marcos Fermanian, disse que a oferta de crédito é o principal motivo para o aumento.
Indicador da área, feito pela Confederação Nacional da Indústria, cresceu no segundo trimestre deste ano frente aos três meses anteriores.
O avanço foi registrado em agosto sobre julho na pesquisa do IBGE. Em relação ao mesmo mês de 2018, houve queda.
O comparativo é com o mês de junho deste ano. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central.
Do total de 15 locais pesquisados pelo IBGE, dez tiveram recuo na produção da indústria em junho.
Ministério da Economia ampliou a lista de máquinas e equipamentos isentos do tributo para torná-los mais acessíveis às empresas.
Receitas somaram R$ 6,75 bilhões, um recuo de 12% em relação ao mesmo mês de 2018. Exportações estão também em queda.
Reuniões de negócios entre fornecedores e representantes do comércio ocorrerão na sede da entidade no dia 07 de agosto. Evento é da SP Negócios e da Abiesv. Inscrições estão abertas.
Avanço foi impulsionado por setores não petrolíferos, como as áreas de serviços, indústria, obras públicas e agricultura.
País produziu 17,2 milhões de toneladas de aço bruto no primeiro semestre, um recuo de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Exportações diminuíram 2,4%.
Índice de Confiança do Empresário Industrial aumentou 0,5 ponto percentual em julho e chegou a 57,4 pontos. Avaliação sobre o estado atual da economia, porém, ainda é pessimista.
A maioria dos 15 estados e regiões do Brasil pesquisados pelo IBGE apresentou queda na produção industrial em maio sobre abril.
Foram fabricadas 233 mil unidades no mês. No acumulado do primeiro semestre, porém, foi registrado um crescimento de 2,8%.

