Tanto pesquisa da CNI quanto do IBGE mostram aumento da produção da indústria.
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Atividade na indústria brasileira recuou 0,8% sobre dezembro e 2,6% em comparação com janeiro de 2018, segundo o IBGE.
Foram embarcados 690,7 mil pares no primeiro bimestre, um aumento de 167% sobre o mesmo período de 2018. Faturamento ficou em US$ 4,57 milhões, um crescimento de 117% na mesma comparação.
Pesquisa da CNI mostra crescimento na quantidade de horas trabalhadas e no emprego, mas recuo no faturamento e na massa salarial.
Índice da Fundação Getulio Vargas teve leve crescimento, de 0,9 ponto, na prévia de fevereiro.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o comércio com o país árabe gerou US$ 1,19 bilhão em receita.
Foram fabricadas 197 mil unidades no mês passado. Vendas no mercado interno cresceram 10%, mas exportações recuaram 46%.
IBGE divulgou qual foi o avanço da indústria brasileira no ano passado. Em dezembro individualmente também houve crescimento.
Valores de produtos industrializados brasileiros subiram no ano passado mais que o dobro do que em 2017, segundo o IBGE.
Volume do produto bruto aumentou 1,1%, para 34,7 milhões de toneladas. Fabricação de laminados avançou 3,3%, para 23,1 milhões de toneladas.
Presidente Jair Bolsonaro decidiu não utilizar o poder de veto da União. Joint-venture controlada pela empresa norte-americana vai assumir a área de aviação comercial da brasileira.
Foram fabricados 2,88 milhões de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no País em 2018. Mercado interno impulsionou indústria, pois exportações caíram.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) teve queda de 1,54% em novembro de 2018, a maior variação negativa desde janeiro de 2014.
Índice da FGV avançou sobre novembro e ficou em 94,8 pontos, mas ainda assim abaixo dos níveis do primeiro semestre do ano.

