Sexta rodada de encontros virtuais reuniu investidores de Dubai e Abu Dhabi dentro do programa de retomada econômica do estado de São Paulo para 2021 e 2022.
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O fórum virtual organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira e encerrado nesta quinta-feira (22) teve espectadores nos cinco continentes, somando audiência de 10 mil pessoas nos quatro dias.
No encerramento do Fórum Econômico Brasil & Países Árabes, o ministro de Economia da Palestina, Khaled al-Osaily, convidou empresas a prospectarem oportunidades para cooperação técnica e se beneficiar das facilidades e incentivo para ingressar nos mercados árabes e islâmicos.
Necessidade de simplificar a legislação brasileira para atrair mais investimentos de países árabes foi um dos tópicos tratados durante o debate online que o LIDE RS promoveu nesta quinta-feira (20). Presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, foi um dos convidados.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, teve reunião online com autoridades dos Emirados para falar sobre investimentos no estado. Também participaram o vice-presidente, Hamilton Mourão, e o prefeito de Varginha, entre outros. O município quer atrair recursos árabes para seu centro tecnológico.
Entradas líquidas somaram R$ 37,2 bilhões no mês passado, segundo dados do Banco Central.
Segundo dados divulgados pelo Ministério dos Investimentos da Arábia Saudita, houve aumento no número de concessões em 19% no primeiro trimestre deste ano.
O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Celso Moretti, visitou o país árabe e discutiu parcerias em várias frentes, inclusive na África. A instituição deve abrir um escritório em Abu Dhabi. “Nós identificamos quatro grandes pilares de cooperação”, disse ele à ANBA.
Representantes da Câmara de Comércio e Indústria de Omã e o embaixador do país visitaram a Câmara Árabe Brasileira. Eles participaram de reunião do Conselho da entidade.
Iniciativa foi anunciada em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial. Reunião irá ocorrer em outubro, antes de encontro do G20.
Movimentação global de investimentos estrangeiros diretos foi de US$ 1,39 trilhão no ano passado, uma queda de 1% sobre 2018. No Brasil, porém, aportes cresceram 26%; na Arábia Saudita, 9%; e no Egito, 5%.
Região do Oriente Médio e Norte da África respondeu por 20% do total atraído pelos mercados financeiros de países emergentes de 2016 a 2018.
Valor previsto no Orçamento para investimentos é de R$ 22,4 bilhões, o menor desde 2004.
Saldo negativo em transações correntes ficou em US$ 2,2 bilhões em novembro e em US$ 45 bilhões no acumulado do ano. Investimentos estrangeiros diretos, porém, cobrem o rombo.

