De acordo com dados do Banco Central, as companhias brasileiras gastaram US$ 2,8 bilhões, em valores líquidos, com compras de empresas lá fora no primeiro semestre.
Quebra de safra nos Estados Unidos e recorde na colheita brasileira refletem nos preços, lucros dos produtores, custo da carne e nos embarques da commodity para o exterior.
O jornalista Carlos Abumrad lança nesta segunda-feira (06), na capital paulista, o livro ‘Libaneses e Sírios que fazem o Brasil’.
Fundo estima que a economia do país vai crescer 2,7% este ano, 3,4% no próximo, até chegar ao patamar de 6% em 2016. Em 2011, o PIB recuou 1,8% por causa da Primavera Árabe.
Estado produz cerca de 29 toneladas do produto ao ano e vende 13 toneladas para a Ásia. Lideranças agrícolas trabalham para qualificar produção e exportar mais.
Repasse aumentou de R$ 450 milhões para R$ 1 bilhão. A vigência da iniciativa vai até 31 de dezembro de 2013.
Câmara Árabe e Apex vão levar sete empresas para a feira de construção que ocorre de 05 a 08 de novembro, em Dubai. Companhias estão animadas com a retomada do setor na região.
Rombo foi de R$ 1,356 bilhão. Companhia culpa desvalorização do real, aumento de custos e paradas para manutenção pelo desempenho.
País ganhou mais sete meses para cumprir metas de convênio de US$ 3,58 bilhões. Dinheiro é utilizado para financiar o balanço de pagamentos.
Empresas da região registraram aumento no tráfego de passageiros e de carga em junho e no primeiro semestre. Segundo a associação internacional IATA, a expansão contrasta com o cenário mundial.
A melhora da economia brasileira tem sido gradual, segundo avaliação divulgada nesta sexta-feira (03) pelo Banco Central.
Em evento na Federação das Indústrias de Santa Catarina, o CEO da Câmara Árabe, Michel Alaby, afirmou que missão a Dubai e ao Catar será oportunidade para conhecer novidades do setor.
Foram produzidos 72 milhões de metros cúbicos em julho, volume 5,2% maior do que junho e 7% maior do que no mesmo período do ano passado.
A Avebom já exporta cortes de frango para Catar e Emirados Árabes Unidos. Empresa quer crescer na região e espera que exportações para árabes cheguem a 30% das vendas externas.

