Fazem parte dos assuntos que serão discutidos na 76ª reunião do Conselho de Ministros das Relações Exteriores Árabes a reabertura dos escritórios de representação da Liga Árabe em Brasília e Buenos Aires e outros temas relativos às relações entre as duas regiões.
Na quarta matéria da série sobre moda, a ANBA aborda a proliferação dos cursos da área no Brasil. O boom das escolas começou há dez anos, após o São Paulo Fashion Week. Segundo dados do Ministério da Educação, existem 35 cursos de graduação em Moda no país. Mas o número fica bem maior quando somados os cursos seqüenciais, de dois anos, e modalidades especiais, de três anos. Só em São Paulo, estima-se que 5 mil pessoas estudem Moda.
Segundo o diretor da sucursal da Câmara de Comércio Árabe Brasileira em Curitiba, Kamal David Curi, cadastrar-se junto à entidade é um passo importante para tornar a empresa conhecida no mercado árabe. Ele lembra que a região tem um grande potencial consumidor e as exportações brasileiras para lá crescem de maneira acelerada.
Ano a ano novas confecções e fábricas de calçados começam a vender para os países árabes, atraídas pela alta renda per capita da região. Os países do Oriente Médio consomem US$ 11,4 bilhões por ano em roupas e acessórios, de acordo com a agência de notícias Menareport. Os Emirados importam metade dos calçados que vendem. Essa é a terceira matéria da série sobre moda brasileira.
Em encontro com diretores da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, no início da semana, o ministro de Economia da Síria, Amir Lutfi, demonstrou interesse em promover intercâmbio com o Brasil nas áreas de transporte, agricultura, indústria e investimentos. Ele também quer realizar a Semana do Brasil na Síria. Nove empresas brasileiras participam, com a CCAB, da Feira de Damasco.
Year after year new clothes and shoes factories start selling to the Arab countries, attracted by the high per capita income in the region. The countries in the Middle East consume US$ 11.4 billion per year in clothes and accessories, according to the news agency Menareport. The Emirates import half of the shoes they consume. This is the third report of the series about Brazilian fashion.
O valor é 16% superior ao registrado no mesmo mês de 2004 e é o melhor resultado mensal de 2005. Segundo o Ministério da Agricultura, o desempenho foi influenciado principalmente pelos embarques de soja, carnes, açúcar, álcool e café.
Omar Al Idrisi, da Al Idrisi Co., trabalha com construção civil e comércio exterior nos Emirados Árabes Unidos e na Arábia Saudita. Agora ele quer atuar nos mesmos ramos no Brasil.
Da redação São Paulo – O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 1,14% no mês de julho. De acordo com dados divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela GVconsult, com base em pesquisa do Ministério do Trabalho, o setor contratou no mês 15,5 mil trabalhadores
Da redação São Paulo – Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que aumentaram os investimentos no parque produtivo brasileiro. A utilização da capacidade instalada caiu nos últimos 12 meses, mas as horas trabalhadas na produção aumentaram. A combinação entre aumento de produção e folga na capacidade instalada normalmente revela expansão e modernização do parque fabril, de
For the second article in the series about Brazilian fashion, ANBA tells a little of the history of stylists such as Fause Haten and Fernando Aidar. Fause is the son of Arabs, Aidar is a great grandson. They are part of the team of stylists responsible for creating the best in fashion in Brazil. Fause exports to many countries, amongst them Lebanon, place where his parents were born.
Na segunda matéria da série sobre moda brasileira, a ANBA conta um pouco da história de estilistas como Fause Haten e Fernando Aidar. Fause é filho de árabes, Aidar é bisneto. Eles fazem parte do time de estilistas responsável por criar o melhor da moda do Brasil. Fause exporta para diversos países, entre eles o Líbano, local onde nasceram seus pais.
A instalação, localizada no porto de Jebel Ali, é composta por seis silos metálicos, com capacidade para armazenar 60 mil toneladas de grãos, e transportadores para recebimento de soja. O negócio entre a empresa gaúcha e a Edible Oil Company custou US$ 3 milhões.
Nos primeiros dias da Feira Internacional de Damasco já passaram pelo estande do Brasil, organizado pela Câmara Árabe Brasileira, empresários interessados em fabricar, na Síria, cosméticos com matéria-prima da Leite de Rosas, e em construir uma nova refinaria de açúcar.

