A mineradora e indústria brasileira, que pertence à Vale do Rio Doce e à BHP Billiton, vai fornecer 1,7 milhão de toneladas de pelotas de ferro à Qatar Steel Company, estatal do país árabe, até 2010. Em números de hoje, o valor do negócio gira em torno de US$ 80 milhões, mas pode variar de acordo com flutuação do preço do produto no mercado internacional. Hoje o mercado árabe absorve 22% da produção da companhia.

O ex-presidente mundial de produção da Warner Bros., Lorenzo di Bonaventura, planeja fazer um documentário que terá como temas o café, o Brasil e a saúde. O médico brasileiro Darcy Lima foi convidado para ser o consultor da produção. O filme deve ajudar a estimular o consumo do café produzido no Brasil. O país é o maior exportador mundial da commodity, mas o mercado norte-americano, que consome 18 milhões de sacas ao ano, é dominado pela Colômbia.

Da redação São Paulo – Nos últimos anos o Brasil tem liberalizado e aumentado cada vez mais seu regime de comércio exterior, o que resultou em uma economia mais flexível e uma maior resistência a choques externos. No entanto, o país ganhará ainda mais se souber lidar com algumas distorções econômicas e barreiras ainda existentes.

A informação foi divulgada por Mourad Cherif, presidente do OCP, grupo que atua na extração, processamento e comercialização de fosfato e derivados. Ele chefiou a delegação de empresários do país árabe que esteve em São Paulo para participar de rodadas de negócios. Os encontros ocorreram paralelamente à visita do rei Mohammed VI ao país. Cherif, que já foi titular de três ministérios no Marrocos, ainda detalhou à ANBA uma série de outras oportunidades de negócios entre brasileiros e marroquinos.

Entre janeiro e outubro, os paranaenses faturaram US$ 430,4 milhões com exportações para os países árabes. O valor supera em US$ 20,3 milhões o total de 2003. A maior parte dos produtos são alimentícios, como carne, açúcar e milho. Também as importações de produtos árabes estão crescendo no Paraná. No ano passado, o aumento foi de 180%. Uma das principais mercadorias importadas é o superfosfato, usado para fabricação de fertilizantes.  

O líder da delegação de empresários marroquinos que esteve na Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB) para uma rodada de negócios disse que as relações comerciais entre os dois países devem ir além das compras e vendas. Ao grupo de brasileiros que participou da abertura do encontro, Mourad Cherif falou sobre setores que estão crescendo no seu país e que podem receber investimentos brasileiros. Entre eles estão as áreas de turismo, telecomunicações, construção e agricultura. &nb