Unidade em Jeddah, na Arábia Saudita, tem inauguração marcada para janeiro. Dubai ganhará uma churrascaria da rede gaúcha em março.
De janeiro a novembro, as exportações e importações do setor recuaram 14,8% e 13%, respectivamente, segundo o Sindipeças.
Faturamento do setor foi de US$ 860 milhões de janeiro a outubro deste ano. Fluxo de visitantes e número de estadias, porém, aumentaram.
Entidade oferece estande com espaço para seis empresas na maior feira de alimentos do Oriente Médio, que ocorre de 26 de fevereiro a 02 de março. Companhias associadas têm desconto.
Segundo o IBGE, foram produzidas 778,82 milhões de dúzias no terceiro trimestre, o maior volume da série histórica, iniciada em 1987.
Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio mostra que o índice avançou 2,6% de novembro para dezembro em função das festas de final de ano.
Vendas do Brasil à região somaram US$ 935 milhões no mês passado. Destaque para os embarques de açúcar, minério de ferro, automóveis, tubos de ferro e aço, e carne fresca.
Agência da ONU estima avanço econômico de 1,3% no próximo ano, após dois anos de quedas.
Região comprou 127,9 mil metros quadrados do produto nos onze primeiros meses deste ano, com recuo de 19,6%. Tunísia foi maior consumidor, mas Líbano, Marrocos e Egito também fizeram pedidos.
Aumento ocorreu em novembro sobre outubro. Em relação ao mesmo mês de 2015 houve queda de 33,4% na comercialização, segundo Abeifa.
Os calçados da marca paulistana Cervera são vendidos para uma loja em Riad há quatro anos. Agora, empresa faz pesquisa de mercado para buscar por outros mercados árabes.
Setor registrou queda sobre o mês de setembro, segundo pesquisa do IBGE. Foi a terceira redução consecutiva no indicador.
A Cerâmica Stéfani fez embarques dos primeiros contêineres para Emirados e Arábia Saudita este ano e espera por novos pedidos. Indústria também está de olho nos mercados do Norte da África.
Recuo ocorreu no mercado brasileiro no período de janeiro a novembro sobre mesmos meses de 2015.

