Essa é a recessão esperada para a economia brasileira em 2016 por instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central. Para 2015, estimativa ficou estável, em 3,7%.
Autor: Agência Brasil
Resgate de R$ 855 milhões do Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização foi feito na terça-feira para elevar disponibilidade financeira do Tesouro Nacional.
Banco Central divulgou nesta quarta-feira (23) nova projeção para PIB brasileiro. No ano que vem, recuo deve ser de 1,9%. Agronegócio crescerá 0,5%.
Expectativa para a balança comercial em 2016 é do titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro. Ele afirmou também que preços de commodities minerais não deverão subir.
Após dois meses de queda, nível de endividamento da população voltou a crescer e atingiu 61,1% das famílias do País em dezembro.
Valor avançou em novembro sobre outubro, de R$ 2,64 trilhões para R$ 2,71 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas mostra melhora em relação a novembro, baseada em expectativa em relação aos meses seguintes.
Presidente Dilma Rousseff disse, na cúpula do Mercosul, que fortalecimento do bloco passa pela adoção de formas de cooperação comercial ágeis.
Saldo das transações correntes chegará a 2,66% do PIB no ano que vem, com US$ 41 bilhões, segundo projeção do Banco Central. Em 2015 estimativa é que déficit seja de 3,48% da economia, com US$ 62 bilhões.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central aumentaram estimativa de inflação para 2015, que estava em 10,61%. Para o ano que vem, IPCA esperado é de 6,87%.
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo fechou dezembro com variação de 1,18%. No ano inflação é a mais elevada desde 2002.
Índice medido pelo Banco Central aponta queda no desempenho econômico do Brasil em outubro sobre setembro e também sobre igual mês do ano passado, com 6,19% de recuo.
Percentual de pessoas desempregadas em regiões metropolitanas do Brasil em novembro deste ano é inferior ao registrado em outubro, que foi 7,9%, mas maior do que o de novembro de 2014, que era de 4,8%.
Volume obtido pela companhia em petróleo e gás na camada pré-sal foi 1,023 milhão de óleo equivalente por dia em novembro, com crescimento de 1,8% sobre outubro.

