Segundo o IBGE, foi a maior queda anual registrada na série histórica, iniciada em 2003.
Autor: Agência Brasil
O Brasil terminou 2015 com saldo negativo em transações correntes de US$ 58,9 bilhões, menor valor desde 2010. Valorização do dólar e queda do PIB influenciaram as contas.
Segundo pesquisa, a utilização da capacidade instalada da indústria brasileira chegou a 62% em dezembro, menor percentual desde janeiro de 2011.
Indicador de consumo das famílias medido pela Confederação Nacional do Comércio avançou 1,3% de dezembro para janeiro.
Foram comercializadas 18 milhões de toneladas no ano passado. As exportações cresceram 40% em volume, mas as receitas recuaram 3,3%.
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Brasil fabricou 1,26 milhão de unidades no ano passado. Para 2016, está previsto crescimento de 2,5%.
Petrolífera estatal reduziu de US$ 130 bilhões para US$ 98 bilhões o total previsto para ser aplicado até 2019. Queda do preço do petróleo e valorização do dólar pesaram na decisão.
Companhia Nacional de Abastecimento estima produção de 210,5 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2015/2016, já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística prevê 210,7 milhões de toneladas no atual ano civil.
Índice é o mais alto desde 2002. Segundo pesquisa, no ano passado o brasileiro pagou mais caro ‘por todos os grupos de produtos e serviços que compõem o custo de vida’.
Governo brasileiro pede que o país asiático cumpra suas obrigações perante às Nações Unidas.
Foram comercializadas menos de 4 milhões de unidades no ano passado, contra mais de 5 milhões em 2014.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída em quase US$ 9,5 bilhões no ano passado. Desempenho foi influenciado pelo superávit comercial.
É o que constatou mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo para medir valor de tributos pagos no País no ano.

