Indicador de consumo das famílias medido pela Confederação Nacional do Comércio avançou 1,3% de dezembro para janeiro.
Autor: Agência Brasil
Foram comercializadas 18 milhões de toneladas no ano passado. As exportações cresceram 40% em volume, mas as receitas recuaram 3,3%.
Prefeitura estima injeção de R$ 3 bilhões na economia da cidade durante o feriado.
Brasil fabricou 1,26 milhão de unidades no ano passado. Para 2016, está previsto crescimento de 2,5%.
Petrolífera estatal reduziu de US$ 130 bilhões para US$ 98 bilhões o total previsto para ser aplicado até 2019. Queda do preço do petróleo e valorização do dólar pesaram na decisão.
Companhia Nacional de Abastecimento estima produção de 210,5 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2015/2016, já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística prevê 210,7 milhões de toneladas no atual ano civil.
Índice é o mais alto desde 2002. Segundo pesquisa, no ano passado o brasileiro pagou mais caro ‘por todos os grupos de produtos e serviços que compõem o custo de vida’.
Governo brasileiro pede que o país asiático cumpra suas obrigações perante às Nações Unidas.
Foram comercializadas menos de 4 milhões de unidades no ano passado, contra mais de 5 milhões em 2014.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída em quase US$ 9,5 bilhões no ano passado. Desempenho foi influenciado pelo superávit comercial.
É o que constatou mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo para medir valor de tributos pagos no País no ano.
Nota técnica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto de Pesquisa Aplicada mostra que em 2014, início da crise, o País seguiu fazendo avanços na área social, mas eles poderiam ter sido maiores.
Contas de novembro apresentaram pior resultado desde início da pesquisa, em dezembro de 2001. Elas congregam governos federal, estaduais, municipais e empresas estatais.
Índice Geral de Preços ao Mercado, usado para reajuste de aluguéis, caiu de 1,52% em novembro para 0,49% em dezembro. Mas no ano índice subiu bastante sobre 2014.

