Índice medido pela Confederação Nacional da Indústria avançou 0,1% de janeiro para fevereiro.
Autor: Agência Brasil
Pesquisa do Banco Central com instituições financeiras aponta piora nas expectativas em relação à economia em 2016. Estimativa da semana passada era de retração de 3,40%.
Os dois órgãos das Nações Unidas pretendem inaugurar unidades para acolher mulheres e crianças migrantes nos próximos três meses principalmente nas fronteiras da Europa.
Pesquisa do IBGE se refere a 2015 e mostra que maior rendimento médio por pessoa, no País, está no Distrito Federal. O menor está no Maranhão.
União, estados e municípios tiveram superávit de R$ 27,9 bilhões em janeiro, após oito meses seguidos de saldo negativo. Resultado foi até melhor do que no primeiro mês de 2015.
Entrada de parte dos recursos de leilões com renovação de concessões de usinas hidrelétricas fez Governo Central ter saldo positivo nas contas em janeiro, segundo dados do Tesouro Nacional.
Ganhos líquidos cresceram 28% no ano passado sobre o ano anterior. Remuneração a acionistas foi de R$ 5,7 bilhões.
Empresa Rumo Logística renovou contrato com o porto e vai aumentar a armazenagem de açúcar e outros produtos de origem vegetal, além da capacidade de embarque.
Resultado das compras e vendas de mercadorias e serviços, além de transferências de renda, entre o Brasil e o mundo ficou deficitário em US$ 4,8 bilhões em janeiro, bem menos do que no mesmo mês de 2015.
Índice medido pela Confederação Nacional da Indústria mostra avanço sobre janeiro.
Números do IBGE mostram que população ocupada passou de 92,706 milhões de pessoas em novembro de 2014 para 92,173 milhões de pessoas no mesmo mês do ano passado.
Instituições financeiras acreditam que Governo Central termine 2016 com saldo negativo de R$ 70,75 bilhões nas suas contas. Em janeiro previsão era de R$ 68,2 bilhões.
Pesquisa da CNI aponta que, entre 860 companhias pesquisadas, a maioria vai fazer investimentos em 2016. Mas o percentual do ano passado era maior, 74%.
Índice do Banco Central aponta queda na economia brasileira em 2015. É o pior desempenho já registrado pela instituição financeira na pesquisa, considerada uma prévia do PIB.

