Pesquisa Focus do Banco Central mostra piora na estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira em 2015 pela terceira semana consecutiva.
Autor: Agência Brasil
No ano moeda norte-americana acumula valorização de 28,8% sobre o real.
Superávit primário ficou em R$ 16 bilhões, valor mais baixo desde o mesmo período de 2001, início da série histórica do Banco Central.
Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central acumularam déficit primário de R$ 1,6 bilhão de janeiro a junho em função da queda nas receitas.
Conab e ONU assinaram acordo que prevê intercâmbio com outros países nas áreas de segurança alimentar e agricultura familiar.
Famílias e empresas pagaram juros maiores ao pegar empréstimos em junho, segundo dados do Banco Central.
Agência manteve notas das empresas, mas mudou perspectiva, assim como fez em relação ao País.
Recuo foi de 4,72% em relação a maio e de 3,04% sobre junho de 2014. No acumulado do ano, porém, indicador permaneceu estável.
Agência de classificação de risco manteve ‘grau de investimento’ do País, mas revisou perspectiva futura de ‘estável’ para ‘negativa’.
Documento esclarece legislação em vigor para empresas que atuam no exterior. Lei Anticorrupção pune companhias brasileiras que ofereçam vantagens a funcionários públicos estrangeiros.
Valor passou de R$ 2,496 trilhões em maio para R$ 2,583 trilhões em junho. Endividamento interno avançou 3,81%, e o externo recuou 2,35% (em dólares).
Indicador passou de 68,1 pontos em junho para 69,1 em julho, segundo pesquisa da FGV.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central acreditam que taxa básica de juros subirá 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária e encerrará ano em 14,25%.
Cotação da moeda norte-americana fechou em maior patamar desde 2003, em R$ 3,34, afetada por redução da meta de superávit primário.

