Famílias e empresas pagaram juros maiores ao pegar empréstimos em junho, segundo dados do Banco Central.
Autor: Agência Brasil
Agência manteve notas das empresas, mas mudou perspectiva, assim como fez em relação ao País.
Recuo foi de 4,72% em relação a maio e de 3,04% sobre junho de 2014. No acumulado do ano, porém, indicador permaneceu estável.
Agência de classificação de risco manteve ‘grau de investimento’ do País, mas revisou perspectiva futura de ‘estável’ para ‘negativa’.
Documento esclarece legislação em vigor para empresas que atuam no exterior. Lei Anticorrupção pune companhias brasileiras que ofereçam vantagens a funcionários públicos estrangeiros.
Valor passou de R$ 2,496 trilhões em maio para R$ 2,583 trilhões em junho. Endividamento interno avançou 3,81%, e o externo recuou 2,35% (em dólares).
Indicador passou de 68,1 pontos em junho para 69,1 em julho, segundo pesquisa da FGV.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central acreditam que taxa básica de juros subirá 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária e encerrará ano em 14,25%.
Cotação da moeda norte-americana fechou em maior patamar desde 2003, em R$ 3,34, afetada por redução da meta de superávit primário.
Índice da Fundação Getulio Vargas recuou 2,3% neste mês sobre junho.
Enviado das Nações Unidas para o Oriente Médio afirmou que coexistência dos dois estados está ‘mais longe do que nunca’. Ele falou no Conselho de Segurança da ONU, que debate o tema.
No primeiro semestre, a procura por transporte aéreo doméstico avançou 3,8%, e a busca por rotas internacionais, 13%, segundo associação das empresas do setor.
A taxa ficou praticamente estável sobre maio, quando estava em 6,7%, segundo pesquisa do IBGE. Mas foi a maior para o mês desde 2010.
Queda na arrecadação federal provocada pela retração da economia fez governo diminuir estimativa de superávit do setor público para 0,15% do PIB em 2015.

