A elevação da classificação de risco do Brasil pela Fitch Ratings pode aumentar a entrada de moeda estrangeira no País. Para o ministro da Fazenda, é o reconhecimento da solidez da economia.
Autor: Agência Brasil
A projeção do mercado financeiro para o saldo da balança comercial brasileira melhorou pela quarta semana seguida, segundo boletim do Banco Central.
A produção industrial brasileira avançou 1,9% em fevereiro sobre janeiro, segundo dados do IBGE.
Esse é o total de recursos públicos e privados que deve ser aplicado no estado nos próximos dois anos, de acordo com levantamento da Firjan.
Economia para pagar juros da dívida pública foi menor do que a registrada em janeiro. Com isso, Poder Público teve déficit nominal de R$ 11 bilhões no mês passado.
O Banco Central diminuiu de 4,5% para 4% a estimativa de avanço da economia brasileira para este ano.
Ex-vice-presidente do Brasil lutava há mais de 10 anos contra um câncer. Empresário, ele era dono da Coteminas, um dos maiores grupos têxteis do País, hoje administrado por seu filho, Josué.
A atividade da indústria do estado de São Paulo avançou em fevereiro sobre o mesmo mês de 2010, segundo a Fiesp.
Um grupo de 30 usinas da região Centro-Sul do Brasil antecipou a moagem da cana da safra 2011/2012 para acrescentar etanol aos estoques do país na entressafra.
O estado deve colher 14,67 milhões de toneladas de soja, o que significa uma safra recorde. O volume representa acréscimo de 730 mil toneladas sobre a expectativa do mês passado.
A organização considerou que algumas taxas antidumping impostas pelos norte-americanos ao suco de laranja brasileiro violam as regras do comércio internacional.
As despesas de brasileiros em viagens ao exterior ultrapassaram US$ 1,9 bilhão no primeiro bimestre. Foi o item que mais pesou na conta de serviços do país no mês passado, segundo o Banco Central.
As transações correntes do país com o exterior ficaram deficitárias em US$ 3,4 bilhões em fevereiro, segundo o Banco Central.
Segundo estudo da OIT divulgado nesta terça-feira (22), o diálogo social e as políticas macroeconômicas foram fatores fundamentais para que o Brasil saísse da crise financeira internacional.

