Moeda norte-americana encerrou esta quarta-feira cotada a R$ 3,702 para venda, com baixa de 1,09% sobre a véspera.
Autor: Agência Brasil
País fabricou 17,2 milhões de toneladas no primeiro semestre. Exportações caíram em volume, mas receitas aumentaram.
Valor ficou em R$ 3,7 trilhões, com avanço sobre maio, segundo dados do Tesouro Nacional.
Arrecadação federal cresceu 2% no Brasil no mês passado em relação ao mesmo período de 2017. Foi o maior valor desde 2015.
Afirmação foi feita pela diretora do FMI, Christine Lagarde, em apelo a líderes do G20 para que cooperem por um crescimento mais igual.
Essa era a carteira de pedidos da fabricante brasileira de aviões no final do mês de junho.
IPCA-15 acumula taxa de 3% no ano e de 4,53% em 12 meses, segundo o IBGE.
Indicador que mede o consumo de bens na indústria recuou em maio sobre abril. Também houve queda de 6,4% sobre o mesmo mês de 2017.
Estudo da FGV aponta que Brasil precisa discutir nova política para comércio exterior em função da concentração de produtos na pauta e destinos.
Projeção para o avanço da economia brasileira em 2018 caiu de 2,3% para 1,8%, segundo relatório da instituição financeira internacional.
Economia do Brasil foi afetada em maio por crise de abastecimento gerada por greve de caminhoneiros.
Principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo avançou 0,97% nesta sexta-feira, com 76.594 pontos.
Vendas somaram US$ 548,6 milhões em junho, contra US$ 210,8 milhões no mesmo mês de 2017. Avanço ocorreu após introdução de tarifa pelo governo norte-americano.
Bancos consultados pelo Ministério da Fazenda estimaram saldo negativo de R$ 149,6 bilhões para o Governo Central neste ano. Projeção anterior era de R$ 151,1 bilhões.

