Para isso, continente deve eliminar barreiras comerciais que existem entre seus próprios países. Análise, feita pelo Banco Mundial, mostra ainda que região pode gerar mais US$ 20 bilhões anualmente.
Autor: Da Redação
Fabricante de aviões sai do prejuízo registrado no ano anterior graças à redução de despesas e à alteração no cálculo do imposto de renda. Ganho foi de R$ 132,5 milhões.
Os produtos do mar representam 20% das vendas externas agrícolas do continente, segundo documento divulgado em um fórum para o desenvolvimento africano, na Etiópia.
No primeiro dia haverá um show de abertura e uma marcha pelas ruas da capital gaúcha
País passou do 126º ao 130º lugar em ranking elaborado pelo Banco Mundial. Doze nações árabes estão melhor colocadas, mas apenas quatro subiram de posição.
Aeronaves de ataque leve que serão utilizadas pela força aérea do país africano foram entregues na sexta-feira na base de Gavião Peixoto, em São Paulo.
Saldo das exportações e importações brasileiras ficou negativo em US$ 422 milhões. Vendas caíram e compras cresceram.
Encontro começa nesta segunda-feira e segue até quarta. Um dos objetivos é discutir fontes sustentáveis que possam abastecer a economia mundial e promover desenvolvimento social.
Vendas brasileiras do segmento para região renderam US$ 66 milhões em setembro, com queda de 18%. Os maiores compradores foram os Emirados Árabes Unidos.
O País já recebeu 90 pedidos de refúgio de pessoas vindas da Síria desde que começaram os conflitos na região, em março do ano passado.
País espera receber mais de 11 milhões de visitantes este ano e retornar ao patamar anterior à Primavera Árabe em 2013.
Participação do País nas exportações mundiais de bens industrializados caiu de 0,85% para 0,73% de 2005 a 2011. Ao mesmo tempo, a fatia das importações brasileiras subiu de 0,69% para 1,37%.
Levantamento da Fipe mostra que 95,4% dos turistas internacionais têm intenção da visitar novamente o País. Turismo de negócios apresentou crescimento de 9,8% no último ano.
Redução do imposto de 10% para 2% agora vale por 12 meses. Antes o prazo era de 180 dias. O Marrocos é o maior fornecedor do mercado brasileiro.

