The photography exhibition shows the Arab presence in South America. It started travelling Arab and South American countries after the 1st Aspa Summit and should now remain at an institute in Morocco.
Autor: Isaura Daniel
A exposição de fotos mostra a presença árabe na América do Sul. Ela começou a circular em países árabes e sul-americanos após a 1ª ASPA e agora ficará fixa em um instituto no Marrocos.
Há dois meses a instituição tem um novo diretor. Ahmad Serieh, nascido em Damasco, é graduado em História e trabalhou com escavações arqueológicas alguns anos antes de vir morar no Brasil.
Foram investidos US$ 328 bilhões em construções no Brasil em 2009, segundo dados da ITCnet, empresa de pesquisas. A maior parte do dinheiro – US$ 162 bilhões – teve como destino obras na indústria.
O frigorífico teve 25,6% da sua receita de exportações com carne in natura atrelada à região no ano passado. Em 2008, o percentual era de 19,2%. Foi a parte do mundo que mais comprou carne da empresa.
A indústria, de São Paulo, negocia a venda de máquinas para um empresário da Argélia. Ele vai montar uma fábrica de produtos de fibra de vidro e deve comprar equipamentos para compósitos da Fibermaq.
Desde a imigração árabe, muita coisa mudou na economia brasileira. Lojas da rua 25 de Março abertas por sírios e libaneses na época, porém, permanecem em plena atividade nas mãos das mesmas famílias.
Since Arab immigration, much has changed in the economy of Brazil. Shops on 25th March Street, opened by Syrians and Lebanese immigrants, however, are still active and belong to the families.
O marroquino vai servir de personagem para ensino da História da África, continente pelo qual viajou no século 14. Um historiador elaborou material didático para uso nas escolas brasileiras.
Fortaleza vai sediar, em agosto, conferência internacional sobre o clima. Serão discutidas políticas públicas para regiões semiáridas e áridas. Países árabes estarão presentes.
Uma organização não-governamental chamada Artest trabalha para levar o artesanato paranaense ao exterior. As peças já chegaram a 30 países e entre os clientes estão sete nações árabes.
As exportações do segmento ao mundo árabe alcançaram US$ 549,4 milhões em janeiro, com aumento de 38% sobre o mesmo mês de 2009. O açúcar e as carnes impulsionaram o desempenho.
No estado do Acre, o triguilho é substituído por macaxeira ou arroz na preparação do quibe. O quitute é chamado de ‘quebe’ e faz sucesso na região, que tem forte imigração árabe.
As exportações do Brasil aos países da Liga Árabe aumentaram 25,6% em janeiro sobre o mesmo mês de 2009, depois de alguns meses de queda no final do ano passado. A tendência para 2010 é de alta.

