Da redação São Paulo – Uma missão técnica de empresários viaja amanhã (13) para o Japão para esclarecer dúvidas dos japoneses sobre a mistura de álcool na gasolina. A idéia da visita surgiu no ano passado durante visita do primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, ao Brasil, onde foi discutida a venda do álcool brasileiro ao
Autor: Isaura Daniel
Da redação São Paulo – Aumentou em 37% o número de incubadoras no país em 2004. Elas passaram de 207 em 2003 para 283 em 2004. Nas incubadoras são levados adiante projetos, com acompanhamento técnico, de nascimento de novas empresas. As incubadoras começaram a surgir no Brasil em 1988. Hoje elas são responsáveis por gerar mais de 27
Agência Brasil Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu hoje (12) pela manhã no Palácio do Planalto o presidente da Bulgária Gueorgui Parvánov. Os presidentes participaram de cerimônia de assinatura de um memorando de entendimento entre o Instituto Rio Branco e o Instituto diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Bulgária e de um acordo
A declaração foi feita ontem pelo presidente brasileiro durante inauguração da Usina Hidrelétrica de Monte Claro, no Rio Grande do Sul. As novas usinas vão representar aumento de 4.742 megawatts de potência à matriz energética brasileira e investimentos de R$ 2,5 bilhões.
As vendas do café brasileiro não-industrializado para a região renderam US$ 59 milhões, ou US$ 29 milhões a mais do que em 2003. Os árabes consumiram 853 mil sacas do Brasil, o que significou crescimento de 36,4% em termos de volume. No geral, as exportações nacionais de café, incluindo o solúvel, cresceram 31,4% em receita, impulsionadas pelo aumento dos preços da commodity. Em 2005 deve continuar havendo aumento no faturamento com exportações, mas queda na quantidade embarcada.
Os dados são da Confederação Nacional da Indústria. Até o 11º mês do ano a expansão alcançou 14,9%.
As exportações brasileiras alcançaram US$ 4,03 bilhões em 2004, com aumento de 46% sobre 2003. Já as importações somaram US$ 4,1 bilhões. De acordo com o presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Júnior, a entrada de novas companhias e novos produtos brasileiros no comércio com a região colaborou com o desempenho. Para 2005, a entidade projeta crescimento entre 12% e 13% nas vendas para os árabes.
A estimativa anterior era de 3,5%. O crescimento deve ocorrer principalmente em função do aumento da produção industrial, estimada em 4,5%.
Agência Brasil Brasília – A balança comercial brasileira registrou na primeira semana do ano, entre os dias 1 e 9 de janeiro, superávit de US$ 376 milhões. As exportações alcançaram US$ 1,798 bilhão e as importações US$ 1,422 bilhão.
Diante do crescimento da produção agrícola e pecuária brasileira, as companhias ligadas ao setor estão buscando formas de financiamento alternativas ao crédito rural. A bolsa de valores e os títulos de certificados agropecuários, por exemplo, passaram a ser opções para levantar recursos para produção ou comercialização. A Renar, produtora e exportadora de maçãs de Santa Catarina, deve começar a ter ações comercializadas na Bovespa em cerca de 30 dias.
O faturamento das exportações do setor para a África, continente onde estão localizados dez países árabes, aumentou 51% no ano passado em relação a 2003. O crescimento das vendas para o Oriente Médio, que ficou em 33%, também ultrapassou a média geral, de 27,3%. As carnes e o açúcar, os produtos mais exportados pelo Brasil para os árabes, constam no topo do ranking das mercadorias do agronegócio vendidas fora do país, juntamente com o complexo soja e a madeira.
Da redação São Paulo – O setor de panificação do Brasil fechou o ano de 2004 com crescimento de 5%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip). O movimento das padarias, por exemplo, aumentou 10% apenas no mês de dezembro, em função das compras natalinas, principalmente de panetones. As
O cálculo é do professor de economia da Universidade de Campinas, Mário Pochmann. De acordo com ele, de cada R$ 1 a mais no salário mínimo, ocorre um adicinal de R$ 500 milhões na economia.
Os tratados de preferências tarifárias assinados pelo bloco sul-americano com países africanos e com a Índia incluem produtos fabricados em zonas francas, o que deve impulsionar as vendas da zona franca. Na área funcionam 430 empresas, que geram cerca de 440 mil empregos diretos e indiretos.

