Valor deverá recuar de 10% a 15% este ano em comparação com 2015. Retomada é esperada somente em 2017. Estimativas refletem fragilidade da economia global.
Economia
Indústria brasileira exportou quase US$ 1 bilhão em setembro, um aumento de 18% em comparação com o mesmo mês de 2015. Foram embarcadas 38,8 mil unidades.
Retiradas foram maiores do que depósitos em R$ 2,3 bilhões em setembro, segundo dados do Banco Central. Nenhum mês deste ano registrou saldo positivo na aplicação.
De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, houve queda nas vagas em agosto sobre julho no Brasil.
Financiamentos vão ser oferecidos por bancos públicos e privados com taxas de juros mais baixas.
Houve recuo de 13% em relação a agosto e de 22,6% em comparação com setembro do ano passado.
Estudo mostra que 40 milhões de jovens de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico não trabalham ou estudam. Relatório leva em conta 35 países e outros como Brasil e Arábia Saudita.
Moeda norte-americana teve nesta terça-feira maior valorização sobre o real desde 13 de setembro.
Grupo formado por governo, empresas e trabalhadores definiu como áreas prioritárias para avanço no Brasil a infraestrutura, as exportações e o ambiente de negócios.
Fundo Monetário Internacional manteve estimativa de retração do PIB do Brasil em 3,3% neste ano, mas espera recuperação em 2017.
A produção industrial recuou 3,8% em agosto em relação a julho após cinco meses de alta neste tipo de comparação.
Instituição financeira vai ampliar apoio financeiro à área, que poderá ter até 80% do valor total dos seus projetos financiados pelo banco.
Balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 3,8 bilhões em setembro. Exportações recuaram, mas importações caíram mais.
Brasil produziu 3,3 milhões de barris de óleo equivalente por dia em agosto e superou marca histórica pelo terceiro mês consecutivo.

