Conselho Monetário Nacional precisa fixar meta para inflação oficial dois anos antes. Margem de tolerância segue em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Economia
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas subiu 2,8 pontos entre maio e junho.
Ministro da Fazenda afirmou que confiança na recuperação do Brasil está subindo e que equipe econômica do governo está trabalhando para reverter situação atual.
Estudo do Fundo Monetário Internacional afirma que país árabe poderá demorar mais de 20 anos para retomar patamar econômico que tinha antes do conflito.
Vendas externas da indústria brasileira de bens de capital avançaram em maio e também no acumulado dos cinco primeiros meses do ano. Europa e China compraram mais.
Presidente interino decide não aprovar medida provisória devido a resistência de senadores e preocupação com desenvolvimento da aviação regional.
Houve recuo de 2,16% em relação a abril e de 2,13% em comparação com maio do ano passado, já descontada a inflação.
Contas da União, estados e municípios juntos tiveram déficit primário em maio, segundo Banco Central. Foi maior valor registrado neste mês.
Declarações do presidente do Banco Central do Brasil e recuperação de mercados internacionais levaram à queda da cotação da moeda. Bovespa fechou o dia em alta.
Banco Central aumentou de 6,6% para 6,9% sua projeção para este ano. A estimativa para 2017, porém, foi reduzida.
Desempenho semanal foi resultado de exportações de US$ 4,009 bilhões e importações de US$ 2,909 bilhões. No mês, saldo está positivo em US$ 3,4 bilhões.
Volume de crédito disponível no Brasil deverá avançar apenas 1% este ano.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada informa que há sinais de melhora na economia brasileira, mas o caminho para a recuperação ainda será longo.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas chegou a 71,3 pontos em junho, maior patamar desde o mesmo mês de 2015.

