Governo do país árabe espera que preços baixos da commodity ajudem a reduzir o déficit do orçamento já no ano fiscal 2015/2016.
Economia
Essa é a recessão esperada para a economia brasileira em 2016 por instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central. Para 2015, estimativa ficou estável, em 3,7%.
Grife brasileira de moda praia fez sua coleção verão 2016 inspirada na cidade litorânea marroquina. Tapeçaria, especiarias e natureza local foram elementos usados como base para criações.
Ampliação de rodovias, de linhas de trem e novo aeroporto serão feitos para ampliar a capacidade de transporte do país.
Resgate de R$ 855 milhões do Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização foi feito na terça-feira para elevar disponibilidade financeira do Tesouro Nacional.
Banco Central divulgou nesta quarta-feira (23) nova projeção para PIB brasileiro. No ano que vem, recuo deve ser de 1,9%. Agronegócio crescerá 0,5%.
Expectativa para a balança comercial em 2016 é do titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro. Ele afirmou também que preços de commodities minerais não deverão subir.
Segundo Carta de Conjuntura do Ipea, indicadores da economia brasileira seguiram em queda de julho a setembro. Boas notícias vieram da produção de petróleo e gás e da extração mineral. Balança comercial teve bom desempenho.
Após dois meses de queda, nível de endividamento da população voltou a crescer e atingiu 61,1% das famílias do País em dezembro.
Brasil exportou mais que importou na última semana, gerando resultado positivo para a balança comercial. No acumulado do ano até a terceira semana de dezembro há superávit de US$ 16,6 bilhões.
Valor avançou em novembro sobre outubro, de R$ 2,64 trilhões para R$ 2,71 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas mostra melhora em relação a novembro, baseada em expectativa em relação aos meses seguintes.
Presidente Dilma Rousseff disse, na cúpula do Mercosul, que fortalecimento do bloco passa pela adoção de formas de cooperação comercial ágeis.
Saldo das transações correntes chegará a 2,66% do PIB no ano que vem, com US$ 41 bilhões, segundo projeção do Banco Central. Em 2015 estimativa é que déficit seja de 3,48% da economia, com US$ 62 bilhões.

