Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central aumentaram estimativa de inflação para 2015, que estava em 10,61%. Para o ano que vem, IPCA esperado é de 6,87%.
Economia
Técnicos do Fundo Monetário Internacional se reuniram com autoridades locais para discutir os avanços e desafios da economia do país e sugeriram um novo apoio financeiro.
Ministério das Finanças do Sudão anunciou que não fará novo corte nos subsídios aos combustíveis até que ocorra mais recuo nas cotações internacionais do petróleo.
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo fechou dezembro com variação de 1,18%. No ano inflação é a mais elevada desde 2002.
Índice medido pelo Banco Central aponta queda no desempenho econômico do Brasil em outubro sobre setembro e também sobre igual mês do ano passado, com 6,19% de recuo.
Órgão das Nações Unidas avalia que as condições econômicas do País irão impactar desempenho da América Latina e indica nova contração em 2016.
Percentual de pessoas desempregadas em regiões metropolitanas do Brasil em novembro deste ano é inferior ao registrado em outubro, que foi 7,9%, mas maior do que o de novembro de 2014, que era de 4,8%.
Relatório do Fundo Monetário Internacional aponta melhora na situação macroeconômica do país árabe. Perspectiva de avanço é impulsionada pelos setores agrícola e de construção.
Volume obtido pela companhia em petróleo e gás na camada pré-sal foi 1,023 milhão de óleo equivalente por dia em novembro, com crescimento de 1,8% sobre outubro.
Moeda norte-americana teve valorização de 1,24% sobre o real e Bolsa de Valores de São Paulo ficou quase estável, com alta de 0,32%. Rebaixamento da nota de crédito do Brasil influenciou câmbio.
Segundo FMI, cotações baixas da commodity podem deteriorar qualidade de ativos e liquidez das instituições financeiras. Mas organismo afirma que hoje bancos locais são bem capitalizados e preparados para gerir riscos.
Agência de classificação de riscos é a segunda a tirar o selo de bom pagador do País e afirma que adotou a decisão em razão da recessão, situação fiscal ruim e cenário político.
Avanço de 0,6% ocorreu sobre setembro e interrompe oito meses consecutivos de taxas negativas, segundo o IBGE.
Confederação Nacional da Indústria estima retração do PIB este ano e em 2016. Inflação esperada é de 10,5% para 2015 e de 6,8% no ano que vem.

