Após dois meses de queda, nível de endividamento da população voltou a crescer e atingiu 61,1% das famílias do País em dezembro.
Economia
Brasil exportou mais que importou na última semana, gerando resultado positivo para a balança comercial. No acumulado do ano até a terceira semana de dezembro há superávit de US$ 16,6 bilhões.
Valor avançou em novembro sobre outubro, de R$ 2,64 trilhões para R$ 2,71 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas mostra melhora em relação a novembro, baseada em expectativa em relação aos meses seguintes.
Presidente Dilma Rousseff disse, na cúpula do Mercosul, que fortalecimento do bloco passa pela adoção de formas de cooperação comercial ágeis.
Saldo das transações correntes chegará a 2,66% do PIB no ano que vem, com US$ 41 bilhões, segundo projeção do Banco Central. Em 2015 estimativa é que déficit seja de 3,48% da economia, com US$ 62 bilhões.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central aumentaram estimativa de inflação para 2015, que estava em 10,61%. Para o ano que vem, IPCA esperado é de 6,87%.
Técnicos do Fundo Monetário Internacional se reuniram com autoridades locais para discutir os avanços e desafios da economia do país e sugeriram um novo apoio financeiro.
Ministério das Finanças do Sudão anunciou que não fará novo corte nos subsídios aos combustíveis até que ocorra mais recuo nas cotações internacionais do petróleo.
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo fechou dezembro com variação de 1,18%. No ano inflação é a mais elevada desde 2002.
Índice medido pelo Banco Central aponta queda no desempenho econômico do Brasil em outubro sobre setembro e também sobre igual mês do ano passado, com 6,19% de recuo.
Órgão das Nações Unidas avalia que as condições econômicas do País irão impactar desempenho da América Latina e indica nova contração em 2016.
Percentual de pessoas desempregadas em regiões metropolitanas do Brasil em novembro deste ano é inferior ao registrado em outubro, que foi 7,9%, mas maior do que o de novembro de 2014, que era de 4,8%.
Relatório do Fundo Monetário Internacional aponta melhora na situação macroeconômica do país árabe. Perspectiva de avanço é impulsionada pelos setores agrícola e de construção.

