Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central agora acreditam em crescimento de apenas 0,81% para a economia brasileira em 2014. Estimativa anterior era de 0,86%.
Economia
Economista Eduardo Gianetti da Fonseca fará palestra sobre perspectivas do País na sede da entidade no dia 19 de agosto, às 19 horas. Inscrições estão abertas e vagas são limitadas.
Índice de preços calculado pela instituição fica 2,1% menor em julho em comparação com junho. Queda foi motivada pela redução dos preços das oleaginosas, milho e trigo.
Segundo a KPMG, 406 operações ocorreram no Brasil no primeiro semestre, segundo melhor resultado para o período desde 1994.
Fim da Copa do Mundo fez cair preços de passagens aéreas e hotéis, contribuindo para a redução.
Taxa da sardinha congelada caiu de 10% para 2%. Do alumínio primário foi de 6% para zero, segundo resolução da Camex.
Brasil produziu em média 2,246 milhões de barris por dia em junho, avanço de 2,6% em relação a maio e de 6,9% sobre junho de 2013.
As saídas de dólares superaram as entradas no Brasil pela terceira vez neste ano, segundo o Banco Central.
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, admitiu que o pleito está adiando alguns investimentos no Brasil. Houve redução do número de consultas para receber recursos do banco.
As vendas externas da indústria brasileira de automóveis avançaram 19,7% sobre junho, mas recuaram 32,2% em relação a julho do ano passado, segundo a Anfavea.
Alta no mês passado foi de 11,7% em comparação com junho. Em relação ao mesmo período de 2013, contudo, queda é de 10,2% e tem relação com momento da economia.
Foi a quarta queda consecutiva, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Utilização da capacidade instalada é a menor desde abril de 2009.
Alexandre Tombini afirmou que o índice de preços vai encerrar este ano dentro dos limites da meta.
Para a agência da ONU, países latino-americanos deverão crescer 2,2% este ano. Previsão anterior era de avanço de 2,7%.

