Evento começou nesta quarta-feira (26) na cidade do interior paulista e terá palestras e uma exposição com artigos árabes até o próximo domingo (30).
Economia
O país reduziu sua produção para 300 mil barris diários durante o conflito civil no ano passado, mas retomou a atividade e pretende atingir três milhões de barris em 2015.
Programa de financiamento de reforma e construção de empreendimentos para a Copa de 2014 foi ampliado de R$ 1 bilhão para R$ 2 bilhões.
Serviços não financeiros cresceram mais do que a economia como um todo e contribuíram para a recuperação do País na crise mundial de 2008.
Indústria de rochas ornamentais exporta 80% da produção e já atendeu Egito e Palestina. Empresa quer vender mais para a região e aposta em granitos exóticos para agradar o gosto árabe.
Encontro será realizado de 24 a 26 de maio de 2013. Cerca de mil pessoas, entre governantes, empresários e representantes da sociedade civil deverão participar.
Banco Central do Brasil aumentou de US$ 50 bilhões para US$ 60 bilhões a entrada de investimentos estrangeiros diretos no País este ano. Só em agosto foram mais de US$ 5 bilhões.
Relatório do FMI aponta melhoras na situação econômica do país e prevê recorde na reserva de moeda estrangeira, que deve chegar a US$ 750 milhões até o final de 2012.
Embarques brasileiros renderam quase US$ 5 bilhões, mas a média diária foi 11,3% menor do que a das duas primeiras semanas de setembro.
A carioca Simone Amaro montou a Brigadelly, uma produção caseira de brigadeiros nos Emirados. Ela produz cerca de dois mil docinhos por mês e participa da feira de artesanato no shopping Times Square.
Após sete semanas de redução na estimativa para o avanço do PIB brasileiro, o mercado financeiro manteve a projeção.
Fórum de Comércio da África ocorre nesta semana em Adis Abeba, capital da Etiópia, e vai discutir como reforçar os negócios entre os países da região.
Regime aduaneiro especial agora vale para qualquer área da indústria. O sistema permite a importação sem impostos de insumos utilizados em produtos destinados ao mercado externo.
A organização diminuiu de 3,7% para 2,5% a expectativa de expansão do comércio mundial em 2012 e de 5,6% para 4,5% em 2013. Diretor geral critica o protecionismo.

