Houve recuo de 7,1% nos embarques sobre igual mês de 2018 e de 0,2% em relação a agosto, segundo a Anfavea.
Economia
Economia do país árabe avançou 0,84% no segundo trimestre deste ano, apesar de queda no segmento de petróleo.
Indicador da área, feito pela Confederação Nacional da Indústria, cresceu no segundo trimestre deste ano frente aos três meses anteriores.
Volume chegou a 3,828 milhões de barris de óleo equivalente por dia em agosto, sendo quase 3 milhões somente em petróleo.
Saldo ficou positivo em US$ 2,2 bilhões no mês passado, com queda nas exportações e aumento nas importações. Governo brasileiro reviu para baixo estimativa para o ano.
Organização Mundial do Comércio prevê crescimento de 1,2% no volume de comércio de mercadorias no mundo neste ano, ante 2,6% estimados em abril.
Delegação do estado visitou também o escritório internacional da Câmara Árabe em Dubai. Empresários buscam abrir mercado no emirado.
O avanço foi registrado em agosto sobre julho na pesquisa do IBGE. Em relação ao mesmo mês de 2018, houve queda.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central diminuíram ligeiramente a previsão da inflação no Brasil este ano, de 3,44% para 3,43%, e dos juros, de 5% para 4,75%
Subsidiária da empresa no País fornece equipamentos que serão utilizados em obras para a Copa do Mundo de 2022.
Seis economias da região estão entre as 20 que mais avançaram em facilidade para fazer negócios, segundo o Banco Mundial: Bahrein, Djibuti, Jordânia, Kuwait, Catar e Arábia Saudita.
Taxa foi registrada no trimestre encerrado em agosto deste ano, contra 12,1% no mesmo período de 2018 e 12,3% nos três meses terminados em maio de 2019.
Índice de preços recuou 1,1% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado.
Instituição projeta avanço de 0,9% para o PIB do Brasil neste ano, contra estimativa anterior de 0,8%.

