Oportunidades de Negócios

Um grupo com 11 empresas brasileiras vai participar da Expo Riva Middle East, feira do setor de calçados que ocorre em Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos. Esta será a primeira participação das empresas do ramo do Brasil em uma feira no país árabe pelo programa Brazilian Footwear de incentivo às exportações.

Da redação* São Paulo – A companhia Dubai World, dos Emirados Árabes Unidos, pretende vender algumas de suas propriedades em Londres e Nova York para investir em imóveis na Ásia. A informação foi divulgada pelo site do jornal árabe Gulf News. "No momento, temos investimentos demais nos Estados Unidos e na Europa. Queremos equilibrar nosso

A Hamam Internacional, responsável pelo desenvolvimento e implantações hoteleiras, já está com projetos no Catar, Emirados Árabes, Tunísia, Argélia e Arábia Saudita. Segundo o diretor de desenvolvimento da empresa, Gustavo Hamam, a abertura do novo escritório também traz oportunidades para as fornecedoras brasileiras.

Prova disso, segundo a empresa IIR Middle East, é o crescimento esperado para o mercado de máquinas-ferramenta, que hoje movimenta US$ 3,1 bilhões, mas em 2012 deverá chegar a US$ 4,3 bilhões. O emirado de Abu Dhabi vai sediar uma feira do ramo de bens de capital em dezembro.

Da redação* São Paulo – A empresa Emirates International Properties (EIP), braço imobiliário da Empresa de Investimentos Internacionais dos Emirados (EIIC), vai investir 1,4 bilhão de dirhans (US$ 381 milhões) na Marina de Abu Dhabi, um projeto multiuso na costa da cidade de Abu Dhabi, segundo informa o site árabe de notícias econômicas Menafn. A

Volume de negócios fechados na Big 5 Show foi de US$ 28 milhões, com expectativa de mais US$ 24 milhões nos próximos 12 meses, segundo a Apex-Brasil, que organizou a participação brasileira na mostra junto com a Câmara Árabe. Ontem terminaram a feira e a missão comercial do ramo de construção ao Golfo.

A empresa, que tem indústrias em Santa Catarina, foi uma das que fechou negócios na Big 5 Show, assim como SBC Pierres, de granitos, a Mosarte e a Pamesa, ambas de revestimentos. Outras deixaram acordos bem encaminhados, como a WK, de madeiras, e a Braseco, de vidros, que esperam exportar no futuro próximo.

A empresa já tem um escritório no emirado. O primeiro contêiner que ocupará o armazém, cuja estrutura é terceirizada, chega no país em cerca de quinze dias. A empresa já conseguiu tornar as suas facas populares na região e agora quer fazer o mesmo com outros tipos de produtos que fabrica.

Terminou ontem no Cairo o primeiro Fórum de Empresárias do Oriente Médio e da África do Norte. De acordo com o ministro egípcio dos Investimentos, Mahmud Mohiedine, hoje as mulheres são proprietárias de 13% das empresas da região. O evento foi organizado juntamente com a OCDE.

Empresas de revestimentos, como a Parmesa e a Mosarte, concluíram negócios na feira em Dubai. Outras, como a Brasilit e a Cony, estão prestes a fechar. O presidente da Câmara Árabe, Antonio Sarkis Jr., quer ampliar a participação brasileira em 2008. Para o diretor da Big 5, é visível o crescimento da presença de companhias do país nos eventos do emirado.

A zona franca de Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos, já tem três empresas brasileiras instaladas com escritórios e centros de distribuição. A partir do final deste ano terá mais três. Companhias das áreas de pedras ornamentais, autopeças e equipamentos odontológicos vão passar a usar o espaço que a Apex-Brasil tem no local, que foi visitado ontem pela missão empresarial brasileira que está no Golfo.

A missão da Câmara Árabe e Apex-Brasil esteve na incorporadora Sorouh, responsável por grandes empreendimentos imobiliários no emirado. O diretor da empresa, Adnan Salhi, disse que ela está aberta aos materiais do Brasil que tenham boa qualidade e bom preço.

A artista plástica Marilza Ramos vendeu os 38 quadros que levou para a Index, maior feira de móveis e decoração do Oriente Médio. Agora ela estuda a possibilidade de ter um depósito em Dubai. A Formanova fechou negócios da ordem de US$ 60 mil. Já a Sarquis Sâmara terá uma loja no shopping Ibn Batuta.

Emirates News Agency* Dubai – O setor hospitalar dos países do Golfo Arábico deve movimentar US$ 60 bilhões até 2025 e a demanda por leitos deve dobrar. Para suprir essa demanda, os países do Golfo Arábico vão investir cerca de US$ 10 bilhões na construção de hospitais no período, sem incluir o aparelhamento dos mesmos.