A feira, voltada para o setor de equipamentos e produtos médicos, hospitalares e odontológicos, terminou hoje (02) na Arábia Saudita. A companhia brasileira Hospimetal apresentou uma cama hospitalar na mostra.
Oportunidades de Negócios
A empresa Amsted Maxion exporta peças ferroviárias para o país árabe há dez anos. As rodas são de aço fundido e resistem ao ambiente do deserto do Saara. A companhia também fabrica vagões de trem. Este ano deve produzir cerca de 6 mil unidades.
A Menendez Amerino, maior fabricante de charutos do Brasil, está exportando seus produtos para o Líbano. No ano passado, as vendas somaram US$ 28 mil. Para os próximos anos, a expectativa é exportar para mais quatro países árabes, entre eles os Emirados Árabes Unidos.
A mostra é um das maiores do mundo árabe. Para este ano são esperados expositores de mais de 32 países de setores como alimentos, calçados e máquinas agrícolas. Seis empresas do Brasil participarão da feira no estande organizado pela CCAB. Profissionais da embaixada brasileira em Argel também estarão no espaço.
A Saudi Healthcare começou no domingo (29) e termina na quinta-feira (2), em Jeddah. Segundo Maurício Manfré, executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), os produtos brasileiros têm tecnologia e preços competitivos para conquistar clientes árabes dos setores público e privado. A associação representa 418 empresas do Brasil.
A Saudi Healthcare começa domingo e vai até quinta-feira, em Jeddah. No estande brasileiro vão estar presentes a empresa paulista Hospimetal, fabricante de produtos hospitalares, além da associação brasileira do setor e a Câmara Árabe Brasileira. Os sauditas importam 99% de suas necessidades em remédios e equipamentos médicos.
A fábrica paulista deve enviar 150 unidades para os dois países até o final do ano. As vendas para os Emirados começaram no início de 2005 e para o Catar em 2002. Os veículos, para crianças a partir de oito anos, são vendidos por até R$ 9 mil no Brasil e encontram um mercado potencial no Oriente Médio, onde a renda per capita é alta.
Da Agência Brasil Seul – Empresas e instituições brasileiras assinam na próxima sexta-feira (27), em Tóquio, com parceiros japoneses nove acordos que podem resultar em investimentos de US$ 2 bilhões no Brasil. A informação é da diretoria de Promoção Comercial do Itamaraty. O principal parceiro dos brasileiros pode ser o Japan Bank for International Cooperation
Da Agência Brasil Seul – Grupos empresariais e instituições coreanas e brasileiras assinaram contratos que podem resultar em investimentos de até US$ 4 bilhões no Brasil nos próximos anos. O presidente Luiz Inacio Lula da Silva participou de cerimônia em que as parcerias foram celebradas. Um dos acordos prevê um estudo de viabilidade que pode
No segundo dia da Hotel Show, que ocorre em Dubai, a empresa paulista Nadir Figueiredo, fabricantes de copos, refratários e pratos de vidros, já vendeu 14 contêineres para Egito, Síria e Paquistão. A Cristais São Marcos, indústria de peças de vidros e cristais, também fechou contratos com o mercado árabe.
Seis companhias dos setores de calçados, alimentos, equipamentos agrícolas e construção vão integrar o estande organizado pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Entre as expositoras estará a Azaléia. A mostra, uma das mais importantes da Argélia, ocorre entre os dias 1 e 9 de junho.
Hoje existem 1,5 mil estabelecimentos do gênero nos seis países que compõem o Conselho de Cooperação do Golfo, mas estima-se que o número vai chegar a 2,2 mil. O setor imobiliário como um todo passa por um momento de rápida expansão na Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Omã, todos grandes exportadores de petróleo, com exceção do Bahrein, que só vende derivados.
A mostra ocorre entre os dias 22 e 24 de maio nos Emirados Árabes Unidos e tem por objetivo apresentar serviços e produtos para hotéis. O estande brasileiro terá desde utensílios para cozinhas até móveis para piscinas e kits com xampus. Serão construídos 150 novos hotéis nos próximos cinco anos em Dubai.
Essa é a conclusão de um estudo da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. O trabalho mostra que a participação do Brasil ainda é modesta, de 0,2%. O setor que mais se destaca é o de calçados. Nesse segmento, os produtos brasileiros respondem, em média, por 3,1% do total importado pelos países do Golfo Árabico.

