Oportunidades de Negócios

A empresa Amsted Maxion exporta peças ferroviárias para o país árabe há dez anos. As rodas são de aço fundido e resistem ao ambiente do deserto do Saara. A companhia também fabrica vagões de trem. Este ano deve produzir cerca de 6 mil unidades.

A Menendez Amerino, maior fabricante de charutos do Brasil, está exportando seus produtos para o Líbano. No ano passado, as vendas somaram US$ 28 mil. Para os próximos anos, a expectativa é exportar para mais quatro países árabes, entre eles os Emirados Árabes Unidos.

A mostra é um das maiores do mundo árabe. Para este ano são esperados expositores de mais de 32 países de setores como alimentos, calçados e máquinas agrícolas. Seis empresas do Brasil participarão da feira no estande organizado pela CCAB. Profissionais da embaixada brasileira em Argel também estarão no espaço.

A Saudi Healthcare começou no domingo (29) e termina na quinta-feira (2), em Jeddah. Segundo Maurício Manfré, executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), os produtos brasileiros têm tecnologia e preços competitivos para conquistar clientes árabes dos setores público e privado. A associação representa 418 empresas do Brasil.

A fábrica paulista deve enviar 150 unidades para os dois países até o final do ano. As vendas para os Emirados começaram no início de 2005 e para o Catar em 2002. Os veículos, para crianças a partir de oito anos, são vendidos por até R$ 9 mil no Brasil e encontram um mercado potencial no Oriente Médio, onde a renda per capita é alta.

Da Agência Brasil Seul – Empresas e instituições brasileiras assinam na próxima sexta-feira (27), em Tóquio, com parceiros japoneses nove acordos que podem resultar em investimentos de US$ 2 bilhões no Brasil. A informação é da diretoria de Promoção Comercial do Itamaraty. O principal parceiro dos brasileiros pode ser o Japan Bank for International Cooperation

Hoje existem 1,5 mil estabelecimentos do gênero nos seis países que compõem o Conselho de Cooperação do Golfo, mas estima-se que o número vai chegar a 2,2 mil. O setor imobiliário como um todo passa por um momento de rápida expansão na Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Omã, todos grandes exportadores de petróleo, com exceção do Bahrein, que só vende derivados.

Essa é a conclusão de um estudo da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. O trabalho mostra que a participação do Brasil ainda é modesta, de 0,2%. O setor que mais se destaca é o de calçados. Nesse segmento, os produtos brasileiros respondem, em média, por 3,1% do total importado pelos países do Golfo Árabico.