De acordo com a empresa, o incêndio que ocorreu na sua unidade em Goiás não comprometará o abastecimento do mercado interno e nem as exportações.
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A Navita, que desenvolve software para portais corporativos e telefonia móvel, está investindo na internacionalização da marca. Depois da América Latina, o foco será o mercado asiático e o árabe.
Os empresários do país esperam que a redução de taxas de importação e exportação seja discutida no encontro de países árabes e sul-americanos, que vai ocorrer no final deste mês no Catar.
Os dois estão entre os cinco países que terão crescimento superior a 3% no consumo de móveis neste ano, segundo estudo italiano. O Brasil vai buscar sua fatia neste mercado, de acordo com a Abimovel.
Após contatos na Gulfood, feira de alimentos de Dubai, a indústria alimentícia vai exportar mistura para bolo e macarrão para os Emirados. Outros países da região também negociam com a empresa.
A Dentro D’água já vendeu para Itália, Grécia, Irlanda e Emirados Árabes. Após um período focada no mercado interno, quer recuperar o contato com clientes antigos e conquistar novos importadores.
Empresários que visitaram o estande do país na Feira do Cairo afirmam que as empresas brasileiras trabalham com seriedade. A mostra rende contatos com companhias de outros países, como Angola e Índia.
Síria e Egito responderam por 8% das vendas externas do grupo, líder em armazenagens de grãos no Brasil, em 2008. O grupo teve crescimento de 80% nas exportações gerais e de 119% no faturamento.
São Paulo – O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje (20) que a instituição vai liberar um financiamento para que a Aerolineas Argentinas compre aviões da Embraer. Segundo Coutinho, os detalhes ainda estão em discussão, mas ele adiantou que o valor do empréstimo será em torno US$
Os acordos firmados ontem se referem à construção da Refinaria Abreu e Lima, no estado de Pernambuco, região Nordeste do Brasil.
A BS Colway, do Paraná, desativou sua indústria de pneus remoldados no ano passado e já tem conversas para transferir o parque fabril a outros países, entre eles Síria e Líbia.
A crise financeira deixou exportadores tradicionais sem condições de atender a demanda. Empresários que estiveram no estande brasileiro na Feira do Cairo vêem no país uma alternativa.
No primeiro dia do evento, mais de 60 pessoas passaram pelo estande em busca de informações sobre exportadores e importadores de alimentos, produtos médico-hospitalares e madeira.
Os países das duas regiões defendem mudança ‘ampla e integral’ na organização para que ela passe a refletir a geopolítica atual, segundo minuta da declaração da 2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes.

