Notícias

A fábrica paulista também quer estabelecer uma megaloja em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Para isso está procurando parceiros comerciais locais. Referência nacional no segmento de móveis de alto padrão, a grife iniciou o seu processo de internacionalização há três anos. Desde então inaugurou cinco lojas no exterior e pretende chegar a no mínimo mais três no próximo ano.

Começa hoje, em São Paulo, o 24º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex). Os três mil empresários que vão participar do encontro terão pela frente a discussão de como manter em alta as exportações nacionais em um ano em que o Banco Mundial projeta desaquecimento no comércio mundial. A China já aumentou seus juros e os Estados Unidos devem continuar subindo suas taxas, o que deve desacelerar o consumo global. Uma das alternativas é buscar mercados alternativos, como o dos países árabes.

Um grupo de 13 redes de franchising vai receber apoio do governo para levar suas marcas para fora do país. Na sexta-feira a Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF) formalizaram o convênio, que prevê investimentos de R$ 1,8 milhão. O dinheiro será gasto em publicidade e participação em feiras mundiais do setor.

Será a primeira visita de um chefe de estado marroquino ao país. Além do acordo que vai dar início às negociações para um tratado de preferências tarifárias entre o bloco sul-americano e o país árabe, Mohammed VI e o presidente Lula vão assinar convênios nas áreas de turismo e intercâmbio diplomático. A delegação terá empresários que vão participar de rodadas de negócios em São Paulo.

Da redação São Paulo – As exportações do Egito para o Mercado Comum do Leste e Sul da África (Comesa) aumentaram para US$ 130,5 milhões no ano passado. O volume significa um crescimento de US$ 92 milhões em relação a 1997, antes de o Egito juntar-se ao bloco. Na época, o país árabe exportava US$ 38 milhões ao Comesa, conforme noticiou a agência

Da Agência Brasil Brasília – A chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que visita o Brasil, Teresa Ter-Minassian, reafirmou, ao deixar o Ministério da Fazenda, que discutiu com o ministro Antonio Palocci as possibilidades de aumentar a margem para os investimentos públicos, com responsabilidade fiscal. "Essa tem sido mais ou menos a continuação