Indústria brasileira de bens de capital exportou o equivalente a US$ 705 milhões no mês passado, um aumento de 12% sobre abril e de 1,3% em relação a maio de 2016.
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Índice que mede a confiança do setor registrou recuo em junho.
Índice que mede variação de valores de produtos na saída das fábricas registrou inflação de 0,12% em maio, após queda em abril.
Embarques do Brasil aos países da região somaram US$ 4,84 bilhões de janeiro a maio. Importações avançaram 23,7% no período.
País recebeu US$ 2,926 bilhões em investimentos estrangeiros diretos no mês passado. Previsão para o ano permanece inalterada em US$ 75 bilhões.
Superávit em transações correntes ficou em US$ 2,884 milhões no mês passado. No acumulado do ano há déficit de US$ 61 milhões.
O consumo de brasileiros em outros países somou US$ 1,4 bilhão em maio. O valor é o maior para o mês desde 2014.
Vendas externas somaram US$ 5,1 bilhões no segundo trimestre do ano fiscal 2016/17, um aumento de 18,6% sobre o mesmo período do ano fiscal anterior.
Na semana passada, exportações somaram US$ 4,88 bilhões e importações chegaram a US$ 3,126 bilhões, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria indica melhora no cenário, mas geração de postos de trabalho segue em queda.
Instituições financeiras estimam que economia brasileira vai crescer 0,39% neste ano. Projeção anterior era de 0,40%.
Endividamento externo e interno do Brasil aumentou no mês passado sobre abril. O estoque da dívida ficou em R$ 3,25 trilhões.
Seminário discute novas perspectivas de negócios e investimentos entre africanos e brasileiros e as possibilidades que o país árabe pode oferecer. Encontro ocorre em 17 de julho. Inscrições estão abertas.
País irá sair do regime de câmbio fixo para enfrentar melhor eventuais choques externos e proteger as reservas internacionais.

