Queda ocorreu sobre junho. Em relação a julho de 2014, o recuo foi de 4,25%, segundo pesquisa do Banco Central. Índice avalia a evolução da atividade econômica brasileira.
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Empresas nacionais estarão na feira Sweets and Snacks Middle East, que ocorre em outubro, nos Emirados. Serão 12 companhias brasileiras participantes. Indústrias de biscoitos vão ao evento pela primeira vez.
Projeto Brazilian Rice, realizado por produtores de arroz e Apex-Brasil para divulgar produto no exterior, terá investimento de R$ 1,9 milhão nos próximos dois anos. Mercado saudita está entre prioritários.
Segundo dados da Receita Federal, foram arrecadados R$ 97,73 bilhões em agosto, o menor nível para o mês em cinco anos.
Lançado em 2013, parque industrial e logístico no litoral do país africano já recebeu 210 projetos para avaliação, sendo que 125 estão em funcionamento. Diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, visitou o local.
Número de postos de trabalho ficou 0,7% menor de junho para julho, segundo IBGE.
Índice da Confederação Nacional da Indústria ficou em 35,7 pontos. É o menor valor da série histórica do levantamento, iniciado em 1999.
O workshop Logística Internacional ocorre no dia 30, em São Paulo. Representantes da Emirates SkyCargo e da MSC Brasil abordarão as principais questões e serviços para o transporte de mercadorias ao exterior.
Investidores estrangeiros responderam por 61% das compras de ações no emirado esta semana e por 54% das vendas.
Moeda norte-americana encerrou esta quinta-feira cotada a R$ 3,882, maior preço desde outubro de 2002.
Diretor do Departamento de Comunicações, Gerry Rice, afirma que medidas anunciadas pelo governo são ‘passo positivo’ em busca do equilíbrio fiscal.
Ranking da consultoria Grant Thornton Internacional mostra que País foi bem avaliado em capital humano. Pesquisa analisa ambiente para crescimento de negócios.
Após reunião com autoridades locais, técnicos do FMI afirmam que o país árabe está no caminho do crescimento e da retomada econômica, mas precisa reduzir déficit e gerar empregos.
Empresários do país africano desejam comprar diretamente dos exportadores brasileiros produtos como carne, frango, açúcar, sucos, calçados e confecções, segundo o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

