No ano fiscal que começa nesta terça-feira e termina em março de 2015, o governo do país prevê gastar US$ 62 bilhões. Previsão de crescimento do PIB é de 6%.
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Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostra que setor está menos otimista no trimestre encerrado em março do que no último levantamento, de fevereiro.
Evento destaca as particularidades dos mercados dos Emirados Árabes, Arábia Saudita e Egito. Encontro acontece no dia 23 de abril, em São Paulo, e é voltado a profissionais do setor de cosméticos.
Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central ajustaram levemente para baixo a projeção para o avanço da economia brasileira em 2014. Estimativa anterior era de 1,7%.
O subsecretário-geral Político do Itamaraty, responsável por Oriente Médio e África, foi escolhido como Personalidade Câmara Árabe deste ano. Cerimônia ocorre no Jockey Club de São Paulo.
Fundo Monetário Internacional irá ajudar autoridades locais a implantar programa econômico que ajude o país a reduzir dívidas e a crescer.
Filippo Grandi, que comandou a agência para os refugiados da Faixa de Gaza e da Cisjordânia nos últimos quatro anos, deixa posto no sábado (29).
Mais de um ano depois de caso que levou alguns países a suspender as importações, sauditas ainda não abriram o mercado e compradores recorrem a outros fornecedores.
Economia feita pelos governos federal, estaduais e municipais e por empresas estatais chegou a R$ 2,13 bilhões no mês passado.
A Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos Médicos e Odontológicos renovou acordo de promoção comercial com a Apex-Brasil. Empresas vão participar de duas feiras na região.
Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, captação de 1 bilhão de euros pelo governo brasileiro nesta quinta-feira na Europa, demonstra confiança dos investidores internacionais.
Dados são referentes aos dois primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2013. No total, foram liberados R$ 28,5 bilhões.
Empresas formam joint-venture para comercializar o produto bruto e refinado. A nova companhia terá escritórios em Hong Kong, São Paulo, Miami, Delhi, Moscou, Jacarta, Xangai, Bangkok e Dubai.
Multinacional pretende investir US$ 1,3 bilhão até 2016 e presidente da empresa afirmou que rebaixamento da nota da economia do País pela S&P não altera planos.

