O indicador medido pela Confederação Nacional da Indústria passou de 49,9 pontos para 52,5 pontos. Mesmo assim, está em nível baixo, segundo a entidade.
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Delegação omanita vai visitar instituições no Rio e Salvador. Na pauta, a identificação de pontos comuns na história dos dois países e a tradução de antigos documentos trazidos por escravos africanos muçulmanos.
De acordo com índice que mede a evolução da economia brasileira, crescimento entre abril e junho foi de 0,89%. No primeiro trimestre deste ano, alta havia sido de 1,1%.
Lucro da fabricante de silos de armazenagem cresceu 45% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2012. Vendas ao exterior caíram devido a problemas na América Latina.
Presidente da FAO, José Graziano, assina acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para levar experiência brasileira na área a países africanos.
No segundo trimestre, embarques do frigorífico renderam US$ 2,97 bilhões. Companhia exportou mais para países da Ásia e para o México.
Governo brasileiro chamou de brutais os choques entre a polícia e apoiadores do presidente deposto Mohamed Morsi, que resultaram em mais de 500 mortos.
A participação de bens de fora do país na indústria nacional ficou em 21,1% no acumulado de doze meses até junho, segundo dados da CNI.
As vendas brasileiras do produto para o país árabe ficaram em US$ 10 milhões nos sete primeiros meses deste ano. Em contrapartida, os envios para os sauditas caíram 21%.
Segundo o Banco Central, o saldo entre a entrada e a saída de dólares do Brasil até o dia 09 ficou deficitário em US$ 1,09 bilhão.
Recursos liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social liberaram R$ 88,3 bilhões no primeiro semestre deste ano. Houve aumento de 65% sobre o mesmo período de 2012.
Compras do País geraram receita de US$ 1,57 bilhão no acumulado deste ano até julho. Principal motivo foi crescimento dos embarques de petróleo e derivados.
Abiec afirma que apenas em julho foram embarcadas 132,4 mil toneladas, o maior volume mensal em quase cinco anos. Egito foi o 6º maior comprador e a Argélia, o 10º.
Ativos dos fundos soberanos dos países árabes da região ultrapassam US$ 1,6 trilhão. Arábia Saudita lidera o ranking, com US$ 641 bilhões.

