O país árabe autorizou as empresas multinacionais que atuam no Sudão do Sul a usarem dutos localizados em seu território para levar a commodity até os portos.
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Índice de preços chegou a 0,24% e cresceu em relação a julho. No entanto, está menor do que há um ano e, na soma dos últimos 12 meses, abaixo do teto estabelecido pelo governo.
Em comunicado, o grupo das maiores economias do mundo afirma que diversas medidas foram adotadas para combater a crise, mas que é preciso atuar em conjunto para que o crescimento volte.
A mostra ‘Campo de Refugiados no Coração da Cidade’ foi aberta nesta sexta-feira e fica até dia 15 em São Paulo. Ela exibe dificuldades enfrentadas por pessoas que saíram dos seus países em função de conflitos.
O ritmo de avanço segue a desaceleração iniciada ao final do ano passado, segundo a Confederação Nacional da Indústria.
NSO Borrachas recebeu visita de importadores do Sudão em maio e espera começar a exportar para lá em breve. Também há conversas com Emirados e Arábia Saudita.
De acordo com resultados de agosto divulgados pelo Banco Central, foram depositados R$ 122,2 bilhões e retirados R$ 117,5 bilhões. No ano, saldo soma R$ 42,2 bilhões.
Itália irá destinar 60 milhões de euros ao país árabe e a Bélgica vai doar seis milhões de euros aos refugiados palestinos. Bird liberou US$ 72 milhões ao governo local.
Associação do setor prevê produção 12% maior este ano. Aumento das exportações e substituição de importações influenciaram estimativa.
Dinheiro será depositado e utilizado pelos países do grupo para estabilizar o mercado de câmbio e ajudá-los em momentos de dificuldades financeiras. Criação de banco de desenvolvimento evolui.
A instituição financeira apresentou resultado positivo no primeiro semestre do ano, acima dos R$ 12,5 bilhões do mesmo período do ano passado.
Jantar organizado pela Invest in Morocco e pelo jornal britânico Financial Times, com apoio da Câmara Árabe, irá divulgar principais oportunidades no país árabe. Encontro ocorre em 24 de setembro.
Assista neste episódio: feira Minas Láctea, o déficit na balança comercial brasileira, entrevista com Vanilsa Pereira, da empresa IndusParquet, e gastronomia árabe.
Catar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita estão entre as nações com maior competitividade, segundo levantamento do Fórum Econômico Mundial. Brasil é o 56º colocado.

