Companhias internacionais vão poder atuar em rotas locais no país para aliviar a pressão da demanda. No entanto, elas vão ter que concorrer com preços controlados e combustíveis subsidiados.
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Previsão foi feita pelo secretário-geral do bloco dos países do Golfo, Abdullatif Bin Rashid Al-Zayani.
Estudo divulgado por jornais ingleses mostra que o País deverá ulturapassar a Grã Bretanha no fim deste ano como uma das maiores potências econômicas.
Cesário Melantonio Neto, embaixador no Cairo, assume em janeiro a função de emissário especial para a região, incluindo Turquia e Irã. Trabalho é baseado na defesa do diálogo.
Valor foi ultrapassado na semana passada, quando os embarques brasileiros renderam US$ 5,286 bilhões e as importações, US$ 4,546 bilhões, resultando em um saldo de US$ 740 milhões.
Pesquisa realizada por engenheiro agrônomo da USP de Ribeirão Preto mostra os gargalos nas vendas externas das frutas frescas. Se corrigidos, país poderia dobrar ou triplicar as exportações.
A mina, que já foi a maior a céu aberto do mundo, será toda mecanizada e terá a exploração da empresa canadense Colossus em parceria com cooperativa local de garimpeiros.
O Banco do Brasil liberou US$ 17 bilhões em financiamento às exportações até o dia 15 de dezembro. A instituição é a maior financiadora nacional na área.
Ao falar de perspectivas para ano que vem, ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a população brasileira terá mais empregos. Governo vai trabalhar para evitar contágio da crise internacional.
Projeção do Banco Central indica que o avanço do Produto Interno Bruto do país deve ficar entre 4% e 5% no ano que vem. O Marrocos vem sentindo os reflexos da crise econômica internacional.
De janeiro a novembro, as vendas externas de mel somaram US$ 65,2 milhões, 24% a mais que no mesmo período de 2010. Emirados Árabes estão entre os compradores do produto.
Produtos químicos poderão integrar lista de itens que terão tarifa aumentada, segundo decisão do Mercosul. Fertilizantes e petroquímicos, no entanto, não devem ser afetados.
A queda na atividade do setor e as incertezas da economia internacional foram os motivos pelos quais empresários do País reviram para baixo suas perspectivas para o ano que vem.
Para o ministro palestino das Relações Exteriores, acordo com o Mercosul pode abrir portas dos mercados árabe, europeu e norte-americano a empresas do bloco que se instalarem em seu país.

