Em evento da Anfavea, o presidente do Brasil falou que a indústria automobilística brasileira tem o desafio de disputar mercado na América Latina e África e não deve deixá-lo para as matrizes.
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Vendas internacionais de automóveis produzidos no Brasil avançaram no mês passado sobre setembro e em relação a outubro de 2019. Foram exportados 35 mil veículos.
Comercialização no mercado brasileiro recuou no mês passado sobre igual período de 2019 e em relação a dezembro, segundo dados da Fenabrave.
Associação brasileira de fabricantes estima vendas de 3,05 milhões de unidades. Exportações, no entanto, devem cair.
Foram comercializadas 2,53 milhões de unidades de janeiro a novembro, um aumento de 8,3% sobre o mesmo período de 2018. Embarques recuaram 33,2% na mesma comparação.
Houve recuo de 7,1% nos embarques sobre igual mês de 2018 e de 0,2% em relação a agosto, segundo a Anfavea.
Foram comercializadas 1,55 milhão de unidades no País de janeiro a julho. Embarques diminuíram 38% no mesmo período.
Foram fabricadas 233 mil unidades no mês. No acumulado do primeiro semestre, porém, foi registrado um crescimento de 2,8%.
Foram comercializadas quase 2 milhões de unidades no primeiro semestre entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas.
Foram fabricadas 276 mil unidades em maio, um aumento de 30% sobre o mesmo mês do ano passado. Número de trabalhadores da indústria automotiva recuou 1,8% na mesma comparação.
Foram comercializadas 1,244 milhão de unidades de janeiro a abril, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas.
Toyota Corolla com um motor elétrico e outro movido a gasolina e etanol será fabricado no interior de São Paulo.
Foram comercializadas 904.760 unidades novas no País no primeiro trimestre, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros.
Fim de regime de cotas para veículos leves está previsto em tratado de 2015. Países têm acordo automotivo desde 2002.

