O imunizante chinês que no Brasil é produzido pelo Instituto Butantan, em São Paulo, poderá ser incluído no consórcio Covax Facility. Agora as duas vacinas que têm fabricação no País estão aprovadas pela OMS.
China
Brasil elevou vendas tanto em volume quanto em receita em fevereiro frente a janeiro. Abicalçados espera que setor volte a crescer também no comparativo aos meses de 2020 a partir de maio.
Preço da commodity começou a subir em 2020 e deverá se manter elevado neste ano. Aumento da demanda da China e redução de produção da Vale estão entre os motivos da alta.
O montante embarcado pelo Brasil no acumulado do ano até novembro foi de 1,8 milhão de toneladas. A China aumentou suas compras, enquanto o Egito, que está na segunda posição no ranking de países importadores do produto brasileiro, teve queda.
Brasil teve receita de US$ 10 bilhões com embarques de produtos agrícolas e pecuários no mês passado. Vendas de soja para a China impulsionaram desempenho.
Surto da doença desacelerou produção industrial da China, o que deve repercutir em mercados com os quais país tem relações econômicas.
Exportações brasileiras do produto cresceram 15% no total. Entre os árabes, no entanto, o recuo nos envios foi de 3,5% frente a janeiro de 2019.
Rota de Casablanca a Pequim foi inaugurada nesta sexta-feira e terá três frequências semanais. Companhia marroquina voa também para o Brasil.
Marca brasileira de calçados infantis lançou modelos criados no Brasil, mas produzidos na China. Empresa expõe na Couromoda e recebe importadores de países árabes.
País árabe comprou 71,4 mil toneladas no ano passado. Com China na liderança, exportações totais bateram recordes em volume e faturamento.
Exportações brasileiras aumentaram 6,4% em receita e 2,8% em volume no ano passado. A Arábia Saudita perdeu para o país asiático o primeiro lugar entre os destinos do produto.
Segundo a pasta, cotação da arroba do boi gordo caiu em média 15% do início ao final de dezembro. No entanto, valor deve se manter em patamar mais elevado do que há um ano.
País árabe foi por oito anos o maior comprador de frango brasileiro. Em 2019, a China assumiu a primeira posição. Como bloco, os países árabes seguem à frente.
Em novembro de 2019, a tonelada da carne do Brasil foi vendida por valor 21,6% maior do que o negociado no mesmo mês de 2018. Especialistas explicam como a venda aos chineses pode impactar outros mercados, como o árabe.

