Compras externas do país somaram US$ 5,2 bilhões de janeiro a julho deste ano.
importação
Saldo ficou em US$ 3,775 bilhões no mês passado, resultado de exportações de US$ 22,552 bilhões e importações de US$ 18,777 bilhões.
Companhias vão expor em estande organizado pela Câmara Árabe e pela embaixada do Brasil na Síria. Mostra ocorre de 05 a 15 de setembro.
Vendas externas somaram US$ 703 milhões, um recuo de 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.
A companhia iniciou a compra de querosene de aviação e óleo diesel do exterior para compensar redução na oferta por causa de incêndio na Refinaria de Paulínia.
Diretor-geral da entidade, Michel Alaby, fez apresentação na Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, para estudantes e empresários.
De janeiro a julho, volume chegou a 76,33 milhões de toneladas, o melhor desempenho para o período. No mês passado, porém, houve um recuo de 1,5%.
Vendas externas somaram US$ 8,43 bilhões de janeiro a julho, ao passo que as compras chegaram a US$ 12 bilhões.
Brasil vendeu o equivalente a US$ 6,05 bilhões à região nos sete primeiros meses do ano. Foram embarcadas 22,48 milhões de toneladas. Em julho, isoladamente, importações avançaram 40,7%.
Balança comercial brasileira registrou exportações de US$ 3,4 bilhões e importações de US$ 3,7 bilhões na segunda semana de agosto, com saldo negativo de US$ 277 milhões.
Indústrias brasileiras de bens de capital mecânicos embarcaram o equivalente a US$ 4,76 bilhões de janeiro a junho.
Principal complexo portuário do Brasil embarcou e desembarcou 64,5 milhões de toneladas de carga no primeiro semestre, um aumento de 5,6% sobre o mesmo período do ano passado.
País fabricou 17,2 milhões de toneladas no primeiro semestre. Exportações caíram em volume, mas receitas aumentaram.
Associação de Comércio Exterior estima que as vendas externas vão chegar a US$ 224,445 bilhões em 2018, um crescimento de 3,1% sobre 2017. Projeção original era de um avanço de 1,1%.

