Franquia da marca brasileira em Dubai será inaugurada nos próximos dias e uma nova loja deverá ser aberta em Abu Dhabi no primeiro trimestre. Fábrica no Oriente Médio segue em negociação.
Desembolsos do banco de fomento para projetos na área somaram R$ 19,83 bilhões no ano passado.
País comprou o equivalente a US$ 7,75 bilhões de janeiro a novembro de 2017, um crescimento de 3% sobre o mesmo período de 2016. Brasil teve participação expressiva no mercado.
Foram comercializados 2,24 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no País em 2017.
Os principais responsáveis pelo avanço dos preços ao produtor foram os bens intermediários e os bens de capital, segundo o IBGE.
O tráfego foi de quase 7 milhões de passageiros em novembro de 2017, um aumento de 5,6% em comparação com o mesmo mês de 2016. Em escala anual, o número de visitantes cresceu 5,8%, totalizando mais de 80 milhões de pessoas.
A quarta parte do Abu Dhabi Grand Slam Jiu-Jitsu World Tour acontecerá na Arena Mubadala, em 12 e 13 de janeiro. Atletas de todas as idades e categorias podem se inscrever até 08 de janeiro.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída em US$ 625 milhões no ano passado.
Segundo o Ministério do Turismo local, mais de 7 milhões de estrangeiros visitaram o país africano no ano passado.
Governo brasileiro reduziu de 14% para 2% a alíquota de importação de resina de policarbonato, material plástico utilizado na indústria. Sauditas estão entre os fornecedores do Brasil.
Peça prevê déficit primário de R$ 157 bilhões em 2018 e estimativa de crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
A produção no Brasil totalizou 2,595 milhões de barris por dia, uma queda de 1,2% em relação ao mês anterior e de 0,5% em comparação com novembro de 2016.
Empresa é dona de algumas das mais conhecidas marcas de cafés do País, como Pilão e Café do Ponto. Unidade brasileira exporta para dez países e passará a vender para o mercado árabe.
No primeiro dia do ano, os dois países instituíram um inédito Imposto sobre Valor Agregado (IVA) de 5%. O objetivo é compensar a perda de receitas com o petróleo.

