O superávit primário de R$ 14,5 bilhões obtido de janeiro a abril foi o menor para um primeiro quadrimestre desde 2001, segundo números do Tesouro Nacional.
Autor: Agência Brasil
Ministro do Planejamento afirmou que crescimento da economia brasileira deve alcançar 1% em 2016. Projeção oficial era de 1,3% até então.
Saldo das trocas de mercadorias e serviços do Brasil com o resto do mundo ficou negativo em US$ 6,9 bilhões em abril, segundo o Banco Central. No ano, a conta está negativa em US$ 32,4 bilhões.
Recuo ocorreu no primeiro quadrimestre deste ano sobre iguais meses do ano passado. Valor do consumo em outros países ficou em US$ 6,8 bilhões. Também houve queda em abril.
Segundo levantamento do Banco Central junto a analistas, a taxa básica de juros deverá encerrar 2015 em 13,75%. Estimativa anterior era de 13,5%.
Decisão de destinar entre 4% e 6% do Produto Interno Bruto ao setor foi tomada no Fórum Mundial de Educação que ocorreu nesta semana na Coreia do Sul. Mais de 150 nações se comprometeram, entre elas o Brasil.
Relatório da organização cita o País como exemplo ao lado do Peru, México, Argentina e Chile, mas alerta que a América Latina continua a ser uma das regiões mais desiguais.
Taxa registrada em abril é a maior desde março de 2011.
Segundo pesquisa do Banco Central, houve recuo sobre fevereiro. Em relação a março do ano passado, ocorreu uma queda ainda maior, de 2,7%.
Volume de gás e petróleo produzido em abril pela companhia no Brasil e no exterior foi de 2,78 milhões de barris de óleo de equivalente por dia.
Boletim do Banco Central feito junto ao mercado financeiro mostra estimativa maior para a inflação. Projeção para o PIB é de recuo de 1,2%.
Os ganhos líquidos da instituição somaram R$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre, um aumento de 115% sobre o mesmo período do ano passado e de 93% em relação aos últimos três meses de 2014.
Produção nos campos operados pela Petrobras nas bacias de Santos e Campos atingiu 800 mil barris ao dia em 11 de abril, o que é recorde para a área.
Levantamento do Ministério do Turismo mostra que a maior parte dos brasileiros que pretendem viajar nos próximos seis meses vai para destinos no próprio País.

