Previsão do mercado financeiro é que economia brasileira recue 1,2% em 2015. Estimativa da semana passada era de queda menor, segundo levantamento do Banco Central.
Autor: Agência Brasil
Variação negativa ocorreu em abril e ficou abaixo da taxa de março, que foi 1,32%.
Recuo foi de 14,5% sobre março e de 21,7% sobre igual período de 2014, segundo balanço da Anfavea. Foram fabricadas no País 217,1 mil unidades.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída em abril, com saldo de quase US$ 10 bi no segmento financeiro e de mais de US$ 3 bi no comercial.
Índice que mede a evolução dos preços de produtos primários brasileiros com cotação internacional recuou 2,14% sobre março.
Recuo ocorreu sobre fevereiro no Brasil, segundo o IBGE. Houve desempenho menor nas indústrias de veículos, reboques e carrocerias, equipamentos eletrônicos, bebidas, entre outros.
Redução foi de 6,36% em relação a março e de 24,35% em comparação com abril do ano passado.
No primeiro trimestre do ano recuaram faturamento real, horas trabalhadas, empregos, massa salarial real e rendimento médio, segundo pesquisa da CNI.
Exportações brasileiras superaram as importações pelo segundo mês consecutivo. Saldo, no entanto, foi o menor para abril desde 2013.
Estimativa da FGV prevê que 1,51 milhão de pessoas se movimentem pelo Brasil no final de semana prolongado.
Contas dos governos central, estaduais, municipais e empresas estatais apresentaram superávit primário de R$ 239 milhões no mês. O resultado é positivo, mas menor que em março de 2014.
Cerca de 15 milhões de pessoas visitaram a cidade, sendo 30% na época da Copa do Mundo. Brasileiros representaram 85% do total, seguidos de americanos, argentinos, alemães e chilenos.
Indicador da CNI ficou em 48,2 pontos em março, menor do que no mesmo mês do ano passado. Segundo a pesquisa, pontuação abaixo de 50 significa recuo. Mas houve melhora sobre fevereiro.
Serviço Florestal Brasileiro assinou concessão a duas empresas para produção de madeira legal em quatro áreas de Altamira.

