Agência de classificação de risco foi a segunda a rebaixar a nota brasileira. Mesmo com resultado, país mantém grau de investimento.
Autor: Da Redação
Brasil embarcou 884,7 mil toneladas à região de janeiro a julho. Países como Arábia Saudita, Emirados e Egito ampliaram as importações.
Produção de grãos chegará ao recorde de 208,8 milhões de toneladas, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Moeda norte-americana fechou segunda-feira (10) cotada a R$ 3,44.
Encontro no dia 13 de agosto na Fiesp, na capital paulista, vai apresentar funcionamento de iniciativas que facilitam exportações e importações, como portal da área e sistema de consulta de tarifas.
Balança comercial brasileira registrou exportações de US$ 3,9 bilhões e importações de US$ 3,18 bilhões na primeira semana de agosto, com saldo positivo de US$ 726 milhões.
Programa Mundial de Alimentos não tem dinheiro para atender cerca de um milhão de pessoas que estão fora do próprio lar por causa dos conflitos no país árabe.
Receitas das exportações somaram US$ 117,8 milhões de janeiro a julho. A quantidade embarcada, porém, caiu 4% no mesmo período.
Setor privado é convidado a informar interesse ao acesso preferencial a mercados de nove países, entre eles o Líbano e a Tunísia. Opiniões poderão ser enviadas durante 45 dias a partir de 22 de setembro.
Recuo no lucro líquido ocorreu no primeiro semestre deste ano sobre iguais meses de 2015. Valor ficou em R$ 5,9 bilhões.
Houve queda em julho no índice calculado pela FAO, para o menor nível desde setembro de 2009. Derivados de leite e óleos vegetais ficaram mais baratos.
Resultado em julho foi o pior desde o começo da série histórica, em 1995. No ano, saques superam os depósitos em R$ 40,9 bilhões.
Ampliação custou US$ 8,2 bilhões e, segundo o governo, vai mais do que dobrar o faturamento da via marítima, mas há controvérsias. Empreendimento pretende também incentivar o orgulho nacional.
Recuo ocorreu em julho sobre junho, segundo Serasa Experian.

