Diretoria executiva do Fundo referendou acordo que prevê desembolsos de US$ 5,34 bilhões em três anos. Objetivo é auxiliar o país a arrumar suas contas.
Economia
Volume enviado ao exterior pelo Brasil foi de 99,7 milhões de metros quadrados entre janeiro e junho.
Confederação Nacional da Indústria mudou de 3,1% para 3,5% sua projeção de queda da economia brasileira este ano.
Valores enviados para fora do país por trabalhadores estrangeiros vêm crescendo nos últimos anos. Número de imigrantes passa de 2 milhões, numa população de 4,4 milhões de pessoas.
Faturamento real do setor recuou 3,% sobre abril e 12,2% nos cinco primeiros meses do ano.
Valores de produtos primários com cotações internacionais ficaram estáveis em junho sobre maio, segundo Índice de Commodities Brasil.
EPE inscreveu 1.192 projetos eólicos e fotovoltaicos para leilão de reserva. Empreendimentos totalizam 33.225 megawatts.
DGCX registrou 9,5 milhões de contratos no primeiro semestre, maior volume para o período. Em 24 de junho, dia seguinte à votação do Brexit, pregão teve maior movimentação diária.
Aumento ocorreu em relação a maio. No acumulado do primeiro semestre, porém, houve um recuo de 8,5%.
Companhia brasileira aprovou constituição de subsidiária que será responsável pela produção, distribuição e comercialização de alimentos destinados aos mercados muçulmanos.
Estimativa de instituições financeiras é de que IPCA fique em 7,27% neste ano. Expectativa da semana passada era de 7,29%.
Moeda norte-americana encerrou o dia valorizada devido à atuação do Banco Central.
Saldo positivo do comércio exterior atingiu US$ 3,9 bilhões em junho e US$ 23,6 bilhões no primeiro semestre. Foi o melhor resultado da história para o período.
Após dois meses com crescimento, desempenho da indústria fechou estável em maio. Com isso, no acumulado dos cinco primeiros meses do ano a redução é quase de 10%.

