Pesquisa do Banco Central mostra que instituições financeiras reduziram de 2% para 1,91% a previsão de crescimento da economia do País este ano.
Economia
Saldo ficou negativo em US$ 81 bilhões em 2013 e os investimentos estrangeiros diretos, de US$ 64 bilhões, não foram suficientes para financiar a diferença.
Em Davos, presidente disse que o Brasil sempre recebeu bem o investimento externo e destacou que o País é uma das mais amplas fronteiras de oportunidades de negócios.
Passaram pelo local 114 milhões de toneladas em produtos para exportação e importação.
IPCA-15, prévia do indicador oficial, ficou mais baixo que no mês passado e em janeiro de 2013.
Em inauguração de novo edifício do Hospital do Coração, em São Paulo, cardiologista foi saudado pelo vice-presidente Michel Temer, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad.
De 01 a 17 de janeiro, saída de dólares do Brasil superou a entrada em US$ 1,894 bilhão, segundo o Banco Central.
Os empresários do setor começaram o ano menos otimistas, segundo índice medido pela Confederação Nacional da Indústria.
Faturamento nominal do segmento avançou em novembro sobre igual mês de 2012, segundo pesquisa do IBGE. A expansão, porém, foi um pouco menor do que em outubro e setembro.
Segundo dados do Caged, esse foi o número formal de vagas criadas no ano passado. Houve recuo sobre 2012, quando foram gerados 1,3 milhão de empregos.
Para o Fundo, a economia brasileira irá crescer 2,3% em 2014 e 2,8% em 2015. As estimativas são menores do que as apresentadas em outubro passado. No caso dos árabes, houve redução da projeção para este ano.
Financiamentos para compra de imóveis alcançaram R$ 109 bilhões em 2013, o que representa alta de 32% sobre o ano anterior.
Resultado é do acumulado de janeiro. Apenas na terceira semana, importações superaram as exportações em US$ 1,475 bilhão.
Média da região, porém, é menor do que a da OCDE, com exceção de Argentina e Brasil, que estão acima.

