A OMC revisou para baixo as previsões para o comércio mundial neste ano. Houve avanço de 2% em 2012 e de 5,2% em 2011, mas crescimento deste ano deve ser lento.
Economia
Anúncio foi feito nesta quinta-feira (11) pelo Fundo Monetário Internacional. Valor faz parte de empréstimo no total de US$ 2,06 bilhões. Restante será disponibilizado em nove parcelas.
Fabricante brasileira de equipamentos neonatais vai fornecer pelo menos 70 produtos para hospital que será inaugurado neste mês no Cairo.
Segundo a organização, demanda na Europa e no Japão está abaixo do previsto. Previsão, agora, é que a produção mundial em 2013 seja de 800 mil barris por dia maior do que em 2012.
Cinco companhias dos Emirados Árabes Unidos participam da Laad Defence & Security, que vai até o dia 12 na capital fluminense. É a primeira vez que o país marca presença na mostra.
País do Golfo vai repassar o dinheiro por meio de depósitos e compra de títulos do governo. Outros empréstimos já haviam sido anunciados.
O saldo de entrada e saída de dólares teve déficit entre 1 e 5 de abril. Em março, o fluxo ficou positivo em US$ 391 milhões, depois de ter fechado dois meses negativo.
José Roberto Mendonça de Barros acredita que o país terá um crescimento ‘modesto’ em 2013, mas de 3% a 3,5% em 2014. Além disso, a China deverá manter um alto patamar de avanço e o Japão pode surpreender nos próximos dois anos. Ele deu palestra na Câmara Árabe.
O setor teve crescimento de 0,33% nas exportações de janeiro a março, mas o déficit da balança comercial no período é de US$ 1,5 bilhão.
Saldo da balança ficou positivo em US$ 311 milhões na semana passada. No acumulado do ano, porém, o comércio exterior brasileiro está deficitário em US$ 4,845 bilhões.
Analistas financeiros ajustaram de 3,01% para 3% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2013, segundo pesquisa do Banco Central. Para 2014, a estimativa segue em 3,5%.
Ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, José Roberto Mendonça de Barros irá apresentar as perspectivas para a economia nacional e internacional.
Estudo de revista britânica mostra que Xangai tem maior custo e Nova Délhi, na Índia, é a terceira mais cara.
A atividade do setor recuou em fevereiro sobre janeiro, segundo dados do IBGE. Apenas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Goiás houve aumento.

