Entre os cem produtos que terão aumento na taxa de importação para entrar no Brasil, 24 estão na pauta de comércio com os países árabes. Chapas de vidro e polietilenos são os principais.
Economia
O país árabe importou 139 mil pares do município no primeiro semestre deste ano. As vendas para lá cresceram 19% no período, enquanto as exportações gerais recuaram 18%.
Banco desembolsou R$ 67,9 bilhões de janeiro a julho. Em julho, porém, os financiamentos cresceram 5,6% em comparação com o mesmo mês de 2011.
Para economistas, problemas estruturais da cadeia produtiva brasileira não serão resolvidos com mais impostos sobre os importados. Benefícios são apenas de curto prazo.
Emissão de papéis do Tesouro brasileiro no exterior tem juros de 2,686% e vencimento em 2023.
PIB dos territórios avançou 9,9% no ano passado por causa da reconstrução em Gaza e com recursos de doadores internacionais. Perspectivas de longo prazo, porém, pioraram em face da contínua ocupação.
Saldo da entrada e saída de dólares do Brasil foi deficitário em US$ 896 milhões no mês.
Ranking do Fórum Econômico Mundial mostra Catar, Arábia Saudita, Emirados, Omã e Kuwait entre as 50 nações com maior competitividade no mundo. Brasil está na 48ª posição.
Títulos serão emitidos nos mercados norte-americano e europeu, e poderão ser lançados também na Ásia. Papéis têm vencimento em janeiro de 2023.
Aumento de até 25% é valido para uma centena de itens comprados de países de fora do Mercosul. Medida abrange produtos siderúrgicos, petroquímicos, borracha, pneus e alguns medicamentos.
Dinheiro será usado pelo governo para comprar comida, gerar empregos e estabilizar a economia. Encontro realizado em Riad, na Arábia Saudita, reúne países e organizações para arrecadar fundos.
As vendas de produtos brasileiros para as duas regiões renderam US$ 2,25 bilhões em agosto. As importações também recuaram no mês. Ministério culpa a crise internacional.
Superávit é resultado de exportações brasileiras de US$ 22 bilhões e importações de US$ 19 bilhões.
Analistas do mercado financeiro reduziram a projeção para o crescimento econômico do Brasil em 2012. A previsão agora é de 1,64% ante 1,73%.

