Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), quantidade de passageiros por quilômetro transportado cresceu 7,86% em julho deste ano na comparação com o mesmo período de 2011.
Economia
Além do óleo cru, o País ampliou fortemente a compra de derivados da região. O motivo é o aumento do consumo, que não foi acompanhado do crescimento da produção nacional.
Exportações brasileiras somaram US$ 4,804 bilhões no período. Produtos manufaturados, como óleos combustíveis, aviões e etanol apresentaram a maior redução.
País foi incluído pelo Fundo Monetário Internacional entre as 72 nações pobres com acesso a empréstimos mais acessíveis do que os concedidos aos países mais ricos.
As semi-joias da empresa paulista AF Mix já chegam a lojas da América do Sul, Europa e África. Empresa aposta no lançamento de sites em espanhol e inglês para dobrar as exportações.
O Índice de Confiança da Indústria passou de 102,7 pontos em julho para 104,1 em agosto, mas está abaixo da média histórica.
Benefícios da valorização da moeda norte-americana para exportadores vem sendo minimizados pela crise mundial, que reduz a demanda e os preços de alguns produtos no exterior.
O governo comunicou que servidores públicos terão descanso semanal nas sextas-feiras e nos sábados. No regime anterior, a folga era apenas nas sextas.
Índice medido pela FGV ficou em 120,4 pontos em agosto, contra 121,6 pontos em julho. Maior baixa este ano ocorreu em janeiro.
Empresas do ramo vão poder registrar e acompanhar operações pela rede. Sistema do governo interliga importadores, exportadores, despachantes e órgãos estatais.
Valor foi o maior atraído pelo Brasil em aportes diretos desde dezembro de 2010. Total é mais do que suficiente para cobrir o déficit em conta corrente.
Gastos dos brasileiros em viagens ao exterior foi de US$ 2,01 bilhões em julho, 10% a menos que no mesmo mês do ano passado. Alta do dólar desestimulou viagens internacionais.
Três nações árabes que tiveram mudanças de governo compraram mais alimentos do Brasil nos sete primeiros meses deste ano. Crescimento de vendas para elas ficou acima da média da região.
Ranking da Forbes com as 100 mulheres mais influentes do mundo conta com Shaikha Al-Bahar, CEO do Banco Nacional do Kuwait, Lubna Al Qasimi, ministra dos Emirados, e Mayassa Al Thani, do Catar.

