País ganhou mais sete meses para cumprir metas de convênio de US$ 3,58 bilhões. Dinheiro é utilizado para financiar o balanço de pagamentos.
Economia
Empresas da região registraram aumento no tráfego de passageiros e de carga em junho e no primeiro semestre. Segundo a associação internacional IATA, a expansão contrasta com o cenário mundial.
A melhora da economia brasileira tem sido gradual, segundo avaliação divulgada nesta sexta-feira (03) pelo Banco Central.
Foram produzidos 72 milhões de metros cúbicos em julho, volume 5,2% maior do que junho e 7% maior do que no mesmo período do ano passado.
Carga de energia do País em julho recuou 0,8% sobre o mês anterior para 57,7 mil megawatts. Menor demanda na indústria foi um dos fatores.
Indústria de equipamentos para neonatologia aumentou vendas ao mercado externo no primeiro semestre. América Latina foi principal destino, mas a empresa também exporta para árabes.
Entre janeiro e julho, País teve superávit de US$ 9,9 bilhões no comércio exterior, 38,2% a menos do que os US$ 16,1 bilhões registrados no mesmo período de 2011.
Desde 2011 foram contratados R$ 13 bilhões em empréstimos pelo setor de petróleo, gás e indústria naval na Caixa. O banco quer chegar a R$ 20 bi neste ano.
A saída de moeda estrangeira do Brasil superou a entrada em US$ 1,46 bilhão, de acordo com o Banco Central.
A indústria da área lançou novo acordo com a Apex, que prevê investimentos de US$ 1,78 milhão para aumento das vendas externas nos próximos dois anos. Melhorar os equipamentos está entre as metas.
Instituição controlada pelo Arab Banking Corporation obteve lucro líquido de R$ 55 milhões de abril a junho, com recuo de 8,6% sobre os mesmos meses de 2011.
Foram produzidas 1,92 bilhão de toneladas no mundo no ano passado. Comércio internacional também bateu marca histórica, com a movimentação de 1,115 bilhão de toneladas.
Saldo do setor público brasileiro ficou em R$ 2,8 bilhões em junho, abaixo do valor registrado no mesmo mês de 2011, e não foi suficiente para cobrir os juros da dívida.
Setor de serviços para empresas teve 32 fusões e aquisições no primeiro semestre, segundo a KPMG. Destas operações, 21 foram companhias de capital estrangeiro adquirindo brasileiras.

