Institutições financeiras consultadas pelo Banco Central ampliaram de 3,46% para 3,52% a estimativa de variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo em 2019.
Economia
Contas do setor público ficaram positivas em R$ 9,4 bilhões no mês passado.
Moeda norte-americana fechou a quarta-feira cotada a R$ 4,26, um novo recorde. Banco Central vendeu recursos das reservas durante o dia.
Dívida brasileira interna e externa ficou em R$ 4,2 trilhões, mas valor significa queda sobre setembro.
País fez avanços que ajudaram a manter o equilíbrio da economia, mas tem desafios, como a disparidade fiscal e o desemprego entre jovens e mulheres, diz relatório do FMI.
Crescimento do PIB foi impulsionado por um aumento de 6,2% no setor de logística. Comércio exterior teve forte impacto também.
Déficit de outubro, de US$ 7,8 bilhões, foi o maior para o mês desde 2014.
O titular da pasta de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que as obras da usina Angra 3 devem ser retomadas em 2020.
Processo inclui quatro unidades e entra na fase ‘vinculante’, quando o investidor avalia os riscos do negócio e pode enviar proposta de compra.
Compras feitas pelo Brasil no exterior somaram US$ 37,6 bilhões de janeiro a outubro.
Moeda norte-americana chegou ontem ao maior valor nominal desde o Plano Real, em 1994. Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, culpou a arrecadação inferior à esperada na rodada de licitações de petróleo realizada dia 06.
Instituições financeiras preveem aumento de preços de 3,33% este ano no Brasil, acima dos 3,31% estimados na semana passada.
Banco teve ganhos de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 70% sobre o mesmo período de 2018. De janeiro a setembro, resultado foi a R$ 16,5 bilhões, um avanço de 159%.
Índice de Atividade Econômica do Banco Central avançou no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores.

