Estatal registrou lucro de R$ 18,9 bilhões no período, um recorde histórico.
Economia
Balança comercial brasileira teve superávit de US$ 2,3 bilhões no mês passado, o mais baixo para o período desde 2010. Exportações e importações caíram.
Empresas controladas pelo governo federal lucraram R$ 24,6 bilhões no primeiro trimestre. BNDES foi o principal destaque.
Comitê de Política Monetária cortou a Selic em 0,5 ponto percentual, para 6% ao ano. Redução foi maior do que a esperada pelo mercado.
Companhia aérea jordaniana registrou lucro líquido de US$ 2,1 milhões, contra um prejuízo de US$ 18 milhões no mesmo período do ano passado.
Economia da região deve crescer 0,5% este ano, segundo a agência da ONU, contra 0,9% em 2018.
Segundo superintendente da área na ANP, os leilões aceleram o conhecimento do pré-sal e atraem novos investidores para o Brasil.
Déficit fiscal caiu significativamente no primeiro semestre deste ano sobre o mesmo período de 2018, para US$ 1,5 bilhão.
Receitas somaram R$ 6,75 bilhões, um recuo de 12% em relação ao mesmo mês de 2018. Exportações estão também em queda.
Esse é o valor que as empresas públicas federais brasileiras têm no orçamento para investir em 2019.
Avanço foi impulsionado por setores não petrolíferos, como as áreas de serviços, indústria, obras públicas e agricultura.
Saldo negativo nas contas públicas foi menor que o resgistrado no mesmo mês do ano passado, de R$ 13,5 bilhões.
Instituições financeiras avaliam que a taxa Selic será reduzida em 0,25 ponto percentual em reunião do Copom esta semana.
Conselho Executivo divulgou relatório sobre o país árabe e prevê que o crescimento do PIB não petrolífero será de 5,4% em 2019.

