Assadeiras e formas fabricadas no Brasil estão ajudando os árabes a fazer seus pães e bolos. Um grupo de 10 indústrias de máquinas e equipamentos para padarias e confeitarias está vendendo os produtos para os Emirados e a Arábia Saudita. Elas formam o consórcio Brazilian Bakery Equipment, que já exporta para 22 países.
Oportunidades de Negócios
A fábrica, que fica no interior de São Paulo, exporta calçados infantis para a região há cinco anos. Os principais produtos embarcados são sandálias, tênis e sapatos fechados. Na lista de importadores estão Líbano, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
A Dubai Studio City terá infra-estrutura para abrigar empresas de toda a cadeia produtiva do cinema e da televisão. Ela vai contar com estúdios, laboratórios, escritórios, entre outras instalações. A primeira fase está prevista para ser entregue no primeiro trimestre de 2007.
Um grupo de empresários brasileiros da construção civil vai viajar para Abu Dhabi e Dubai entre os dias 20 e 30 de abril para conhecer a tecnologia empregada pelo setor no país. Os Emirados são famosos pelas obras arrojadas, tais como as ilhas artificiais e os hotéis de luxo.
A Recco Lingerie, fábrica de roupas de dormir do Paraná, começou a exportar para o Líbano e os Emirados no ano passado. A empresa pretende levar seus produtos também para outros países da região. A Recco produz 80 mil peças ao mês e exporta para 10 países.
Administrada por descendentes de um imigrante libanês, a comercial exportadora Abdouni exporta anualmente de 30 a 40 contêineres de frutas para a Arábia Saudita, Kuwait, Catar, Líbano, Jordânia e Emirados Árabes Unidos. Ela foi fundada em 1951, com o nome de Abdouni Tecidos, para fabricar roupas de cama, mesa e banho. Em 1998 passou a intermediar também exportações de alimentos.
A medida pode contribuir para o aumento do comércio com o mundo árabe, já que vários países da região são fornecedores deste tipo de produto. No ano passado, o Brasil comprou US$ 191 milhões em fertilizantes dos árabes, principalmente do Marrocos e Tunísia.
A conferência vai ocorrer nos dias 06 e 07 de março em Manamá, capital do país, e terá como tema principal a promoção dos investimentos privados na região. O evento é organizado pela Liga Árabe e pela União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes.
A Dubai Aerospace Enterprise nasceu destinada a canalizar investimentos de US$ 15 bilhões para atividades industriais e serviços ligados ao mercado aeronáutico internacional. Inicialmente ela vai atuar no desenvolvimento e operação de aeroportos. A companhia vai trabalhar também com financiamento de aeronaves e treinamento profissional.
O governo tunisiano lançou uma concorrência internacional para a construção, administração e exploração de uma refinaria de petróleo a 340 quilômetros de Túnis. A capacidade da unidade será de 120 mil barris de petróleo por dia. As ofertas devem ser enviadas até o final de março e podem ser feitas por empresas estrangeiras.
O encontro, que será uma grande discussão sobre o potencial do setor na região, vai ocorrer entre os dias 26 e 27 de fevereiro, em Amã. Delegações de países como Índia, Argélia, Estados Unidos e Emirados Árabes já confirmaram presença. Uma empresa brasileira de turismo deve participar.
A fabricante de material escolar e produtos para escritório vai retomar as vendas internacionais após ter parado de exportar, no ano passado, em função de transferência de instalações. Egito, Iraque e Jordânia estão entre os importadores da companhia, líder brasileira em produção de papel carbono.
O maior frigorífico do Brasil participa da Gulfood, feira do setor de alimentos que termina hoje nos Emirados Árabes Unidos. De acordo com o trader da companhia, Luis Rota, o Oriente Médio é um mercado prioritário. Os embarques da companhia para a região cresceram 100% entre 2004 e 2005.
Esta é a estimativa de contratos para os próximos 12 meses feita pela Associação Brasileira das Indústrias de Móveis de Alta Decoração, que organizou feira encerrada ontem em São Paulo. Durante a mostra, cerca de 15 empresários árabes já fecharam US$ 2 milhões em negócios.

