Oportunidades de Negócios

A Recco Lingerie, fábrica de roupas de dormir do Paraná, começou a exportar para o Líbano e os Emirados no ano passado. A empresa pretende levar seus produtos também para outros países da região. A Recco produz 80 mil peças ao mês e exporta para 10 países.

Um grupo de empresários brasileiros da construção civil vai viajar para Abu Dhabi e Dubai entre os dias 20 e 30 de abril para conhecer a tecnologia empregada pelo setor no país. Os Emirados são famosos pelas obras arrojadas, tais como as ilhas artificiais e os hotéis de luxo.

Administrada por descendentes de um imigrante libanês, a comercial exportadora Abdouni exporta anualmente de 30 a 40 contêineres de frutas para a Arábia Saudita, Kuwait, Catar, Líbano, Jordânia e Emirados Árabes Unidos. Ela foi fundada em 1951, com o nome de Abdouni Tecidos, para fabricar roupas de cama, mesa e banho. Em 1998 passou a  intermediar também exportações de alimentos.

A medida pode contribuir para o aumento do comércio com o mundo árabe, já que vários países da região são fornecedores deste tipo de produto. No ano passado, o Brasil comprou US$ 191 milhões em fertilizantes dos árabes, principalmente do Marrocos e Tunísia.

A conferência vai ocorrer nos dias 06 e 07 de março em Manamá, capital do país, e terá como tema principal a promoção dos investimentos privados na região. O evento é organizado pela Liga Árabe e pela União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes.

A Dubai Aerospace Enterprise nasceu destinada a canalizar investimentos de US$ 15 bilhões para atividades industriais e serviços ligados ao mercado aeronáutico internacional. Inicialmente ela vai atuar no desenvolvimento e operação de aeroportos. A companhia vai trabalhar também com financiamento de aeronaves e treinamento profissional.

O governo tunisiano lançou uma concorrência internacional para a construção, administração e exploração de uma refinaria de petróleo a 340 quilômetros de Túnis. A capacidade da unidade será de 120 mil barris de petróleo por dia. As ofertas devem ser enviadas até o final de março e podem ser feitas por empresas estrangeiras.

O encontro, que será uma grande discussão sobre o potencial do setor na região, vai ocorrer entre os dias 26 e 27 de fevereiro, em Amã. Delegações de países como Índia, Argélia, Estados Unidos e Emirados Árabes já confirmaram presença. Uma empresa brasileira de turismo deve participar.

O maior frigorífico do Brasil participa da Gulfood, feira do setor de alimentos que termina hoje nos Emirados Árabes Unidos. De acordo com o trader da companhia, Luis Rota, o Oriente Médio é um mercado prioritário. Os embarques da companhia para a região cresceram 100% entre 2004 e 2005.

A fabricante de material escolar e produtos para escritório vai retomar as vendas internacionais após ter parado de exportar, no ano passado, em função de transferência de instalações. Egito, Iraque e Jordânia estão entre os importadores da companhia, líder brasileira em produção de papel carbono.

Um grupo com 15 importadores árabes participa da Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Alta Decoração, que começou no sábado. Empresários da Jordânia, Catar, Palestina e Emirados já fecharam negócios. A Modulus, da Palestina, pretende adquirir US$ 50 mil até hoje, quando termina a feira.

O pólo do setor eletroeletrônico de Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, busca investidores para a capitalização de projetos e garante a transferência de tecnologias. A cidade oferece também oportunidades de estágios para estrangeiros. As mais de 115 indústrias da região movimentam R$ 800 milhões por ano.

A 21ª Stone Fair, que ocorreu em Vitória, rendeu contratos de exportação e importação para empresários egípcios que participaram pela primeira vez do evento. Oito companhias e uma associação do país árabe marcaram presença na mostra.