Cidade do interior paulista se firma como um promissor pólo de produção de calçados, principalmente a partir do investimento no maior conforto e qualidade das peças, que já são vendidas no exterior.
Notícias
O Ministério do Desenvolvimento aumentou para US$ 180 bilhões a previsão das vendas externas brasileiras este ano, ante uma estimativa inicial de US$ 168 bilhões.
No Brasil, os custos triplicaram em cinco anos, segundo estudo do Ipea e Ufrj. O principal fator foi a escassez de equipamentos e serviços e a exploração em áreas cada vez mais complexas.
Balança comercial brasileira teve superávit de US$ 3,4 bilhões no mês, resultado de exportações de US$ 17,7 bilhões e importações de US$ 14,3 bilhões.
Empresa paraense, a Juruá exporta sabonete de mel e xampu de açaí para mercados como Japão, Coreia e França. Agora, a meta é crescer investindo em compradores como os países do Oriente Médio.
Empresa sergipana já exporta suco de laranja para cinco países árabes. Agora aposta em produtos como café, pimenta, molhos e vinagre para aumentar seus negócios no mercado.
A Al Maabar Investments, joint-venture entre as quatro maiores incorporadoras de Abu Dhabi, vai desenvolver o maior empreendimento da história da Jordânia, no Golfo de Ácaba.
A empresa embarcou, na semana passada, pelo Porto de Navegantes, um transformador de forno, de 110 toneladas, para a Arábia Saudita. A compradora foi uma indústria de aço de Jeddah.
A mineradora brasileira vendeu participação minoritária de 30% da Vale Oman Pelletizing Company para a Oman Oil Company, estatal petrolífera do país árabe. O valor da venda é de US$ 125 milhões.
A importadora World Wine começou a vender, no Brasil, o Tandem, vinho fabricado no Marrocos. O primeiro pedido esgotou antes do tempo previsto e a nova compra será dez vezes maior.
Empresa catarinense embarcou em maio seu primeiro pedido para o Líbano. Ao todo, são 18 mil telhas que representam o primeiro passo dentro do mercado do Oriente Médio.
A empresa capixaba Pedra Rio tem seis países árabes entre seus clientes e quer expandir suas vendas para a região. Emirados e Arábia Saudita são os principais importadores.
A União Química, empresa brasileira com três parques industriais, está negociando com países do Golfo e pretende começar a exportar para a região nos próximos meses.
O 3º Fórum da Aliança de Civilizações foi encerrado neste sábado e teve participação de mais de 100 delegações oficiais. A próxima edição vai ocorrer em Doha, no Catar.

